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Sardoal | Festa do Espírito Santo ou do Bodo este domingo

A Festa do Espírito Santo (ou do Bodo), uma das mais antigas manifestações religiosas do concelho, é recebida mais uma vez na vila de Sardoal. A anteceder a iniciativa, decorrerá no sábado, dia 8 de junho, no Centro Cultural Gil Vicente, às 16:00, uma conferência subordinada ao tema “As Festas do Espírito Santo: origens e viagens”, por Ilda Januário.

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A realização Festa do Espírito Santo remonta a um passado longínquo, sabendo-se que já se realizava antes de 1470. Em 1935 sofreu um interregno, tendo sido retomada pela Câmara Municipal e pela paróquia em 1995, numa perspetiva mais vasta, moderna e de defesa dos valores culturais do concelho, mas por motivos vários voltou a ser interrompida em 2008.

A Festa do Espírito Santo (ou do Bodo) realiza-se 50 dias após a Páscoa e integra missa ao ar livre, realizada na Praça da República, pelas 10:00, com Guarda de Honra prestada pelos Bombeiros Municipais e pela Filarmónica União Sardoalense. Finda a missa, pelas 11:00, terá lugar a procissão até ao Convento de Santa Maria da Caridade.

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Nesta procissão participam vinte jovens vestidas de branco, enquanto símbolo de pureza, que transportam à cabeça os tabuleiros com o pão benzido na Eucaristia. Estas jovens diferenciam-se pelas cintas coloridas que envergam, existindo quatro cores, uma por cada freguesia do concelho.

Integram também o cortejo outros figurantes envergando trajes usados no Sardoal em finais do século XIX, ocasião em que as festividades se realizavam com grande imponência e vasta participação do povo.

A procissão culminará com um almoço convívio no Convento de Santa Maria da Caridade, pelas 12:30, que contará com um momento musical pela Filarmónica União Sardoalense.

A Festa do Espírito Santo é organizada pela Câmara Municipal de Sardoal e pela paróquia de São Tiago e São Mateus, contando com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Sardoal, Juntas de Freguesia do concelho, Bombeiros Municipais, Guarda Nacional Republicana e associações concelhias.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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