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Sardoal | Exposição “monstra te esse matrem” no Centro Cultural Gil Vicente até maio (C/fotos)

“Piedade – monstra te esse matrem” é o título da exposição que está patente em Sardoal, no Centro Cultural Gil Vicente até 26 de maio. Integrada no programa complementar da Semana Santa, esta mostra integra imagens da Pietà, representando a Virgem Maria com o corpo morto de Jesus nos braços, após a crucificação.

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A exposição é uma iniciativa do Município de Sardoal, com o apoio da Paróquia de São Tiago e São Mateus, em Sardoal; Paróquia de Cabeçudo, na Sertã; Paróquia do Crato; Paróquia de Souto; Paróquia de Rossio ao Sul do Tejo e Paróquia de Rio de Moinhos, em Abrantes.

Conta-se que na Idade Média um homem rezando aos pés de uma imagem de Nossa Senhora, quando chegou às palavras “mostrai que Vós sois Mãe”, a imagem se animou e respondeu-lhe: “mostra que és filho!”

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“Piedade – monstra te esse matrem” significa “mostrai que Vós sois Mãe” é o nome da exposição que inaugurada a 17 de março, no Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Uma mostra que convida a conhecer o imaginário da arte sacra portuguesa com peças que atravessam vários séculos, do XV ao XIX. Um conjunto de imagens que representam a piedade ou Pietà de Virgem Maria com Cristo morto nos braços, após a crucificação.

A mostra, inaugurada pelo presidente da Câmara de Sardoal, integra várias peças em madeira e pedra policromada pertencentes à Paróquia de São Tiago e São Mateus, em Sardoal; à Paróquia de Cabeçudo, na Sertã; à Paróquia do Crato; à Paróquia de Souto; à Paróquia de Rossio ao Sul do Tejo e à Paróquia de Rio de Moinhos, em Abrantes.

O presidente agradeceu às paróquias que disponibilizaram as peças de arte sacra referindo que também esta exposição é “um trabalho regional” numa partilha “do melhor que tem a nossa região”, disse.

Exposição de arte sacra “monstra te esse matrem” em Sardoal. Imagem Santas Mães do século XVI.

“Gosto de ser surpreendido” com as peças que chegam ao Centro Cultural Gil Vicente, confessou Miguel Borges. E descreveu como “incrível” o sentimento ao ver as “belíssimas” imagens expostas “de várias épocas, de várias paróquias, imagens que estamos habituados a ver à distância de um altar e poder observá-las em pormenor. Imagens da mãe e do filho, de uma ligação forte, de ternura”. Falando das emoções que as imagens transmitem considerou “uma exposição enorme” que integra a Semana Santa 2018.

A exposição é da responsabilidade do técnico de Conservação e Restauro do Município, João Soares, que definiu as peças como sendo “de primeira água” no registo da arte sacra nacional, definindo, como a peça mais importante da exposição, a imagem Pietà em pedra policromada do século XV, propriedade da Igreja Matriz do Crato.

A exposição, que fica patente até 26 de maio, pode ser vista de terça a sexta das 16h00 às 18h00 e aos sábados das 15h00 às 18h00. Encerra aos domingos e segunda-feiras. Durante a Semana Santa terá um horário diferente do normal: domingo 18, das 15h00 às 19h00; domingo 25 das 15h00 às 19h00; quinta-feira santa 29 das 15h00 às 21h30; sexta-feira santa 30 das 15h00 às 20h00; sábado santo 31, e domingo de Páscoa, 1 de abril das 15h00 às 19h00.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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