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Domingo, Julho 25, 2021

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Sardoal: Dia Internacional da Família no Mercado Diário

Em virtude da instabilidade climatérica, as atividades do Dia Internacional da Família, em Sardoal, serão realizadas no Mercado Diário, junto à Câmara Municipal, e não no Parque de Merendas Ribeiro Barato como estava previsto inicialmente.

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A organização é do CLDS 3G de Sardoal e anuncia muitas atividades a partilhar e  a usufruir para a tarde deste sábado, a partir das 14:00.

No âmbito do Mês do Coração, o CLDS 3G “Sardoal SIM” vai promover um conjunto diversificado de iniciativas que passam por atividades desportivas, ações de sensibilização, realização de um almoço saudável e uma exposição.

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A primeira atividade acontece no dia 17 de maio, com uma dinâmica de sensibilização junto dos utentes da Associação de Assistência e Domiciliária de Alcaravela e da Santa Casa da Misericórdia de Sardoal. No mesmo dia, o Cá da Terra recebe, pelas 12 horas, um almoço saudável confecionado pelos alunos de Restauração, Cozinha/Pastelaria do Agrupamento de Escolas de Sardoal.

Sob o lema “Coração em Movimento”, o dia 24 de maio vai ser preenchido com atividades desportivas junto dos idosos institucionalizados e, pelas 18h30m, no Jardim da Tapada da Torre, ocorrerá uma sessão aberta a toda a população.

A Biblioteca Municipal recebe, de 27 de maio a 9 de junho, uma exposição temática de trabalhos realizados pelos alunos dos Jardins de Infância de Sardoal e da Presa.

As iniciativas do Mês do Coração terminam com uma caminhada pelas ruas da Vila, no dia 31 de maio, pelas 18h30m, com ponto de partida no Pelourinho.

As atividades, todas de caráter gratuito, são organizadas pelo CLDS 3G “Sardoal SIM” com o apoio do Município de Sardoal e de várias entidades locais.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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