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Sardoal | Centro de Interpretação da Semana Santa nasce na Capela de Nossa Senhora do Carmo

Após a assinatura do Contrato de Empreitada para a primeira fase da obra de requalificação da Capela de Nossa Senhora do Carmo, no passado dia 5, em Sardoal, a obra arranca, obrigatoriamente, em 30 dias, com uma duração prevista de nove meses. O projeto do Centro de Interpretação da Semana Santa que vai nascer naquela capela, incluído no PARU, tem um custo total de 300 mil euros.

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O Contrato da Empreitada para a Requalificação da Capela de Nossa Senhora do Carmo, no âmbito do projeto do Centro de Interpretação da Semana Santa e do Património Religioso, foi assinado no dia 5 de setembro, pelo Município de Sardoal, confirmou ao mediotejo.net o presidente da Câmara Municipal de Sardoal, Miguel Borges.

Após a assinatura do Contrato de Empreitada a obra de recuperação da Capela, pertença da autarquia de Sardoal, “terá de ser obrigatoriamente iniciada em 30 dias” referiu, contando com uma duração de nove meses.

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Trata-se da primeira fase da obra de requalificação da Capela de Nossa Senhora do Carmo, de um projeto incluído no Plano de Ação para a Regeneração Urbana (PARU), com um valor total de investimento a rondar os 300 mil euros: 150 mil para a obra de construção civil, com recuperação da estrutura e do telhado, e mais 150 mil para a componente de conteúdos multimédia do Centro de Interpretação da Semana Santa e do Património Religioso.

A criação de um Centro de Interpretação naquela Capela de Sardoal passa por “criar um conjunto de elementos, através das novas tecnologias, que possam ajudar os visitantes a perceber a importância da nossa Semana Santa quando nos visitam fora desse período”, esclarece o presidente.

O projeto integra assim “conteúdos multimédia que vão ajudar as pessoas a conhecer e perceber o Património Imaterial do concelho, como a Procissão dos Fogaréus ou as Festas do Espírito Santo [ou do Bodo]”, explicou Miguel Borges.

Centro Interpretativo da Semana Santa de Sardoal vai arrancar em breve. Foto: DR

Paralelamente à obra decorre a candidatura da segunda componente do projeto ao programa ‘Valorizar – Programa de Apoio à Valorização e Qualificação do Destino’. O Programa Valorizar criado há cerca de ano e meio visa apoiar o desenvolvimento de projetos turísticos, apoiados por fundos da União Europeia através do Portugal 2020, que promovam a valorização do património e os recursos endógenos das regiões.

No caso da candidatura ao programa ‘Valorizar’ não ser aprovada, o município já tem um plano B. “Se não for aprovado, e se não houver enquadramento noutra candidatura, o município terá de avançar com fundos próprios”, revela Miguel Borges.

Isto porque “a capela é muito importante para nós!”, diz, acrescentando que a estratégia do Município “passa pelo turismo e pelo património (…) é uma capela lindíssima e por isso vamos requalifica-la, dar-lhe ainda mais dignidade”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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