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Sábado, Outubro 23, 2021

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Sardoal arranca com programa que dará medicamentos a quem não tenha dinheiro (C/VIDEO)

O Salão Nobre da Câmara de Sardoal acolheu hoje a assinatura do Protocolo entre o município de Sardoal e a Associação Dignitude para o prosseguimento dos objetivos do Programa Rede Solidária do Medicamento. Este programa tem como objetivo garantir o acesso aos medicamentos por parte de qualquer cidadão que se encontre numa situação de carência económica que o impossibilite de adquirir os medicamentos comparticipados que lhe sejam prescritos por receita médica.

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“É um momento de emoções fortes. A política só faz sentido quando fazemos algo pelas pessoas e hoje é um momento que culmina com a entrega das chaves da casa” (recuperada depois de devastada em São Simão pelas chamas nos incêndios de 2016), e com a assinatura deste protocolo com a Dignitude” (…), no âmbito da Rede Solidária de Medicamentos, disse Miguel Borges, presidente da autarquia de Sardoal, tendo lembrado que o mesmo é dirigido para quem é “obrigado a optar por medicamentos, por falta de verba. Em Sardoal, isso vai deixar de acontecer”, vincou.

A medida havia sido aprovada por unanimidade em sede de executivo. Os cidadãos sinalizados vão, assim, poder passar a levantar nas farmácias os medicamentos de que necessitam, mesmo que não tenham dinheiro.

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O município paga 80 euros por cada membro de um agregado familiar e a associação Dignitude assume o restante custo dos medicamentos, sem limite.

Na ocasião em que a medida foi aprovada em sede de executivo, o presidente da autarquia, Miguel Borges (PSD), destacou que a medida “é muito abrangente, porque pode servir para família com um recém-nascido como para pessoas idosas. Nas famílias mais necessitadas, e sendo reconhecida a sua necessidade, não existe limite de apoio à aquisição de medicamentos”, frisou.

Segundo destacou Miguel Borges, outra das vantagens é que, “quando o cidadão tem o cartão, pode fazer uso dele em qualquer parte do país e trazer os medicamentos gratuitamente”.

Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa, foi quem assinou este protocolo com o presidente da autarquia, tendo lembrado que a Cáritas faz parte dos orgãos sociais da Dignitude, num trabalho conjunto “em prol dos mais desfavorecidos e no respeito e defesa da sua dignidade.”

O responsável lembrou o fenómeno da “pobreza envergonhada”, tendo feito notar que através da Rede Solidária de Medicamentos todo o cidadão necessitado do apoio, “através de forma personalizada mas anónima, tem acesso ao seu medicamento”.

O secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, também esteve hoje em Sardoal onde participou na dupla cerimónia: a assinatura de protocolo para a Rede Solidária de Medicamentos e de entrega das chaves da casa à família que ficou desalojada em São Simão, na sequência do incêndio que devastou o concelho no dia 23 de agosto de 2016.

A sessão teve lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho, e contou ainda, além do Presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio da Cruz Fonseca, com a presença do Presidente da Cáritas de Portalegre – Castelo Branco, Elicídio Bilé, entre representantes de outras entidades, convidados e população em geral.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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