Sardoal: Bombeiros Municipais assinalaram 63 anos de bravura e valentia (c/vídeo)

A assinalar os 63 anos de existência e atividade dos Bombeiros Municipais de Sardoal, aconteceu durante a tarde de sábado, dia 1 de outubro, no CC Gil Vicente, cerimónia oficial de reconhecimento dos cerca de 70 homens e mulheres “prontos para o que for necessário, para o que o país precise deles”, palavras do autarca Miguel Borges (PSD), que se mostrou orgulhoso da corporação do município, pretendendo “assinalar a bravura, a valentia e o profissionalismo” dos bombeiros sardoalenses.

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Em declarações ao mediotejo.net, Miguel Borges fez notar que “uma responsabilidade que a autarquia tem, tal qual como noutras áreas, a responsabilidade de ter e manter os seus bombeiros como um corpo municipal ativo”.

Tal como já havia referido na última sessão ordinária da Assembleia Municipal, o presidente da CM Sardoal disse o município pertence “aos poucos” que “têm bombeiros na administração local, o que em meu entender lamento, porque julgo que nós é que estamos certos”, uma vez que existe “uma estrutura mista, um conjunto de homens e mulheres profissionais, juntando outro conjunto significativo de homens e mulheres voluntários”.

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O autarca caracterizou a estrutura como “exemplar” e que “trabalha não só no âmbito do nosso concelho, da nossa região, mas em todo o país como aconteceu este verão, e como tem sido nos anos anteriores”, destacou.

“A grande injustiça em todo este processo”

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600 mil euros é o montante aplicado pela CM Sardoal na Proteção Civil. Para o autarca uma “grande injustiça”, uma vez que “10% do orçamento municipal” é aplicado nesse sentido.

“Ninguém nos dá nada, infelizmente nos municípios ou nos territórios onde não há corporações municipais, em que a Proteção Civil e os bombeiros são assegurados por associações humanitárias (…) esses municípios acabam por ter o dobro do financiamento, por via do Orçamento do Estado e também por outras vias”, explicou Miguel Borges.

O presidente da câmara acredita que daí tem resultado um “desfasamento” nos investimentos, uma vez que existem municípios “que gastam cerca de 100 mil euros em bombeiros, e às vezes nem a isso chega”.

Miguel Borges afirmou que “devia haver uma obrigatoriedade, em que todos deviam ter o mínimo para garantir a proteção de bens e pessoas dentro do seu território”, concluiu.

Fique com algumas imagens deste momento, que incluiu desfile pelas ruas da vila e a cerimónia solene no Centro Cultural.

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Joana Rita Santos
Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres: o conhecimento e o saber, a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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