Sardoal | Assembleia Municipal aprova contas de 2017

Assembleia Municipal de Sardoal

A Assembleia Municipal de Sardoal aprovou, esta sexta-feira 27 de abril, por maioria, o relatório de prestação de contas do Município relativas a 2017. O documento mereceu da bancada do PSD 12 votos favoráveis. Do lado da oposição, os cinco votos do Partido Socialista foram de abstenção.

O presidente da Câmara Municipal de Sardoal, Miguel Borges, começou por destacar que as contas de 2017 encerraram “com resultado líquido do exercício positivo, cerca de 364 mil euros”, salientando a “diminuição da dívida, de menos cerca de 573 mil euros”, e o facto de avançar “sem pagamentos em atraso, com aumento do investimento”. O prazo médio de pagamento, 88 dias, reconhece “não ser simpático” mas, ainda assim, o menor desde 2009. Lembra que no ano anterior o prazo médio de pagamento foi de 115 dias.

Da bancada do PSD, o deputado Francisco António observou com “agrado uma clara transparência” das contas. “Nota-se que tem havido um rigor orçamental […] estamos perante um sério e elucidativo documento, bem elaborado”, afirmou.

Os elogios chegaram também da bancada do PS com o deputado municipal Miguel Alves a reconhecer que as contas de gerência “melhoraram muito” em relação ao ano anterior. “De facto este orçamento teve muito rigor”, disse, destacando a eficiência energética que reduziu significativamente os custos do Município”, na ordem dos 45 mil euros. Agradou particularmente ao deputado socialista a redução do prazo médio de pagamento.

Assembleia Municipal de Sardoal

Apesar do reconhecimento, a bancada do PS decidiu abster-se merecendo o relatório de prestação de contas voto favorável apenas dos deputados do PSD, sendo aprovado com os votos da maioria.

Em reunião de Câmara Municipal a prestação de contas foi igualmente aprovada pela maioria social-democrata, contando com uma abstenção do vereador Carlos Duarte (PS) e um voto contra do vereador Pedro Duque (PS) que relembrou algumas questões ainda por resolver como a Barragem da Lapa e a reabilitação da Casa dos Almeidas e Externato Rainha Santa Isabel, notando votar contra “genericamente” por não se identificar com as prioridades tomadas pelo Executivo.

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