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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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Sardoal | Autarquia reforça subsídios para canil intermunicipal

A Câmara de Sardoal aprovou na última reunião de executivo, por unanimidade, um subsídio anual de 8.400 euros à Associação de Defesa dos Animais do Concelho de Abrantes (ADACA), entidade que gere o canil/gatil intermunicipal de Abrantes, Sardoal e Constância, tendo a autarquia anunciado um investimento no alargamento daquele espaço, que alberga cerca de 170 animais.

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Ao valor aprovado, que duplica o montante atribuído no ano anterior (4.200 euros) acrescem as despesas mensais (200 euros) inerentes à limpeza e manutenção do canil/gatil, que se situa na zona industrial de Abrantes, tendo o vice-presidente da autarquia, Jorge Gaspar (PSD) manifestado alguma preocupação relativamente à nova legislação que vai entrar em vigor este ano para com os animais abandonados, tendo elencado algumas das novas imposições legais.

“A lei previa que os animais tivessem pelo menos oito dias antes de serem adotados e agora passou para 15. Ou seja, mesmo que tenhamos alguém para adotar um animal só o podemos dar para adoção 15 dias depois, porque pode aparecer o verdadeiro dono”, disse Jorge Gaspar, tendo referido a necessidade das autarquias investirem no alargamento do canil/gatil.

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Este ano termina o período de transição para o fim do abate em canis e gatis, em que se torna obrigatório implementar medidas de combate à sobrepopulação de animais errantes, somando às leis que vieram reforçar um estatuto jurídico dos animais de companhia, e que incluem a promoção de campanhas de esterilização.

Jorge Gaspar lembrou que a nova legislação implica um reforço do apoio das autarquias, ao nível mensal e por cada cão e gato que ali dê entrada (130 euros por cada cão e 100 euros por cada gato) , para fazer face às novas leis que entram este ano em vigor, tendo manifestado preocupação ao nível futuro da gestão dos canis e defendido a necessidade de maior voluntariado.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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