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Quarta-feira, Junho 23, 2021

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Sardoal | Autarca não se conforma com fecho do Gabinete de Inserção Profissional

O Gabinete de Inserção Profissional (GIP) de Sardoal fechou portas no dia 31 de maio. O presidente da Câmara Municipal, Miguel Borges, confirmou este cenário ao mediotejo.net. Uma determinação do Governo criticada pelo autarca do Partido Social Democrata e que era para colocar em prática em dezembro de 2018 mas que, devido a uma prorrogação do serviço, manteve-se até final de maio de 2019.

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O Governo alega que os atuais números de desemprego “não justificam a permanência do serviço no Sardoal todos os dias”, disse Miguel Borges, focado agora na possibilidade de “não perder o serviço de todo”. Nesse sentido, deu conta da existência de “vontade para que o GIP seja aberto ao público uma vez por semana”.

Presidente da Câmara Municipal de Sardoal, Miguel Borges. Créditos: mediotejo.net

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O presidente nota ainda que “alguns dos desempregados são pessoas com mais de 55 anos e infelizmente não é fácil encontrar quem os queiram empregar”. Miguel Borges recordou uma medida que o município tentou apoiar, derivada de uma reunião com a então deputada do Partido Socialista, Rosário Carneiro, e que apresentava um conceito que defende.

“As empresas, pela criação de um determinado número postos de trabalho, criavam um para mais velhos, e isto fazia com que a conflitualidade laboral diminuísse. São pessoas que pela sua experiência de vida podem ter um papel de equilíbrio”, refere na defesa de uma ideia que no seu entender merece “incentivos”.

O Gabinete de Inserção Profissional de Sardoal, a funcionar na Loja do Cidadão, resulta de um protocolo entre o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Câmara Municipal assinado a 1 de setembro de 2015. Em causa está um Gabinete que tem por objetivo apoiar jovens e adultos desempregados na definição ou desenvolvimento do seu percurso de inserção ou reinserção no mercado de trabalho.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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