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Quinta-feira, Setembro 23, 2021

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Sardoal | Autarca lamenta que CTT volte a falhar no cumprimento do serviço postal (c/áudio)

O presidente da Câmara Municipal de Sardoal está preocupado com o serviço deficitário que está a ser prestado pelos Correios de Portugal. Na última reunião de executivo, esta segunda-feira, 12 de julho, Miguel Borges deu conta de ter manifestado essa preocupação à empresa e avançou que “a má distribuição do correio”, que se repete, voltou a ser discutida na Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.

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Trata-se de uma situação recorrente. Já no verão de 2020 e depois por altura do Natal, os CTT falharam no cumprimento do serviço postal. Em Sardoal, os atrasos na entrega de cartas tem criado constrangimentos, juntando-se a situações semelhantes que se replicam noutros municípios do Médio Tejo.

“Na semana passada comuniquei com um dirigente dos CTT. No fundo com um lamento como a forma como o correio postal está novamente a ser distribuído no nosso concelho”, começou por dizer o presidente da Câmara Municipal. Miguel Borges diz ter escrito uma carta a um diretor do departamento da distribuição postal dos CTT.

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Além disso, os 13 autarcas da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) manifestaram igualmente preocupação com o serviço deficitário que afirmam estar a ser prestado pelos Correios de Portugal.

“Na quinta-feira passada, em reunião da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo falámos sobre este assunto e tomámos uma posição em relação a esta situação. As coisas estão a correr mesmo muito mal!”, afirmou o autarca.

Miguel Borges deu conta de casos “de pessoas que estão a receber convocatórias para tratamentos e exames ou no dia ou já depois da data marcada para esses tratamentos e para esses exames. Está a acontecer em toda a região, pelo menos na zona de influência deste centro de distribuição postal”, refere, falando na existência de “um conflito laboral que terá de ser resolvido”.

ÁUDIO | PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE SARDOAL

“Todos estamos a ser prejudicados com esta má distribuição postal”, lamenta Miguel Borges, recordando que “há alguns anos a esta parte as coisas nunca estiveram muito bem; houve uma ligeira melhoria, mas agora acentuou-se novamente o prejuízo e a má qualidade deste serviço, que é tão importante, fundamental” para a comunidade.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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