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Domingo, Agosto 1, 2021

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Sardoal | 37º Festival de Folclore de Alcaravela, a tradição ainda é o que era (C/FOTOS)

Foi debaixo da tórrida tarde de 20 de maio que o Rancho Folclórico “Os Resineiros” de Alcaravela (Sardoal) realizou o seu 37º Festival de Folclore tendo escolhido a ampla sala e átrio da sede da Associação da Presa que acabou por se tornar pequena para quem quis assistir a tão tradicional espectáculo.

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Este dia ficará, assim, na história do Grupo Folclórico “Os Romeiros” de S. Miguel de Lobrigos (Santa Marta de Penaguião), do Rancho Folclórico de S. Salvador do Monte (Amarante) e do Rancho Regional “Os Esticadinhos” (Cantanhede) como o dia em que viajaram até Alcaravela para partilhar experiências através da música e danças tradicionais das suas regiões.

Ficou na retina a quantidade de jovens e crianças que, em cada um dos seus grupos, fazem ter a esperança que as nossas raízes serão bem perpetuadas de modo a que estas tradições nunca acabem até porque, como se usa dizer, “Um povo que não conhece o seu passado terá dificuldade de construir o seu futuro”.

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A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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