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Domingo, Outubro 17, 2021

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Santarém | PCP aponta problemas estruturais na região com necessidade urgente de investimento

Saúde, educação, acessibilidades, ambiente, e cultura são alguns dos setores que o PCP de Santarém elenca como tendo debilidades e com necessidade de reforço para 2020, tendo afirmado que a situação do País, marcada por um quadro político distinto do dos últimos anos, “expõe os mesmos e graves problemas estruturais que estão na raiz dos significativos atrasos no seu desenvolvimento, inseparáveis de décadas de política de direita, prosseguida por PS, PSD e CDS”.

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Em comunicado, o PCP refere que, no distrito de Santarém, “agrava-se o acesso e prestação dos cuidados de saúde, mantendo-se os problemas estruturais da falta de pessoal e de subfinanciamento crónico, que se traduzem nas reconhecidas dificuldades em elaborar escalas no Centro Hospitalar do Médio Tejo, no aumento de listas de espera, no continuado bloqueio ao avanço das obras nas urgências do Hospital de Abrantes, bem como do novo bloco operatório do Hospital de Santarém”.

No plano da educação, segundo os comunistas, “torna-se cada vez mais visível a falta de pessoal auxiliar nas escolas, bem como as dificuldades financeiras com as quais as várias instituições do ensino superior politécnico se deparam”.

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Neste plano, destaca-se o “continuado bloqueio por parte do governo à disponibilização de verbas para abertura de concurso para a construção da residência de estudantes no campus da Escola Superior de Desporto de Rio Maior”, situação que já motivou uma pergunta do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.

Continuam igualmente a registar-se problemas no plano das acessibilidades, do ambiente, do acesso à criação e fruição cultural, entre outros, elencam os comunistas do distrito.

“O reforço de investimento por parte do governo minoritário do PS é urgente, para garantir a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e das populações do distrito, ao invés da manutenção da obsessão com o défice e da submissão aos interesses da União Europeia e do grande capital”, defendem.

Na mesma nota, o PCP afirma que “prosseguirá a sua intervenção em todos os planos, desde logo em defesa dos interesses e direitos dos trabalhadores, pelo aumento geral dos salários e do salário mínimo nacional para 800€, pelo aumento das pensões e reformas, pela garantia de creche gratuita para todas as crianças até aos 3 anos, pelo direito à habitação, pelo investimento no Serviço Nacional de Saúde e pelo investimento nos Serviços Públicos”.

Por fim, a DORSA do PCP “saúda a luta dos trabalhadores não docentes, luta que teve na greve nacional do passado dia 29 de novembro uma importante adesão no distrito de Santarém, bem como a União dos Sindicatos de Santarém / CGTP-IN que realizou o seu XI congresso, reforçando assim a sua ligação aos trabalhadores e a sua capacidade de dinamização da luta”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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