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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Santarém | Festival do Órgão Histórico reuniu duas centenas de músicos

“Os Órgãos Históricos não são apenas uma herança do passado mas, sobretudo, são uma herança que devemos transmitir a quem vier a seguir.” Foi com esta afirmação que o Pe. Joaquim Ganhão, presidente do conselho dos Órgãos Históricos de Santarém, encerrou a primeira edição do Festival de Órgão de Santarém.

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O Festival reuniu quase duas centenas de músicos, em seis concertos, seis mini-recitais e uma missa, tendo o Órgão Ibérico como protagonista principal, durante dois fins-de-semana de (re)encontro entre patrimónios, cultural e musical, na capital dos Órgãos Históricos.

No ano em que se celebram os 150 anos da cidade de Santarém e se assinala o Ano Europeu do Património Cultural, “o público respondeu de forma muito positiva ao programa apresentado pelo FÓS”, como sublinhou o Pe. Joaquim Ganhão, que agradeceu ainda “a participação de todos os que  estiveram de forma fiel e crescente” e encheram as igrejas onde os concertos se realizaram, num total de quase 2000 pessoas.

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O presidente do Conselho dos Órgãos Históricos sublinhou também que, “depois da experiência que foi este primeiro festival é fundamental, para a cidade, que iniciativas como esta continuem”, salientando que “no momento em que a nível nacional muito se tem falado de civilização, os Órgãos Históricos de Santarém são, para nós, também uma questão de civilização e um desafio permanente para vivermos acordados para estas questões de civilização”, concluiu o Pe. Joaquim Ganhão.

Margarida Oliveira, diretora artística do FÓS, agradeceu a oportunidade “para dar vida a estes instrumentos históricos, construídos maioritariamente no início do Sec. XIX pelos principais organeiros da época, sendo representativos do melhor que se fez em Portugal nesta área específica”.

A diretora artística faz um “balanço positivo, as igrejas foram enchendo e o calor da música foi compensador para aqueles que se atreveram a sair de casa, mesmo nos dias de chuva e frio”, disse acrescentando que “este primeiro Festival de Órgão foi o começo, foram novas aprendizagens e ficou-nos a vontade de fazermos mais e melhor”.

Nesta primeira edição o FÓS quis apresentar o órgão, sobretudo, num contexto de música de câmara, quer no papel de acompanhador, quer como o instrumento de maior relevo no seio de uma orquestra, nunca descurando a sua autoridade como instrumento solista.

O Festival de Órgão de Santarém foi promovido pela Câmara Municipal de Santarém, Diocese e Santa Casa da Misericórdia com a organização do Conservatório de Música e Artes do Centro (CMAC).

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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