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Santarém | Falta de máscara foi causa da maioria de 100 multas passadas pela GNR

O Comando Territorial de Santarém detetou num único dia cerca de 100 infrações no distrito, 68 das quais relacionadas com a não utilização de máscara. As infrações foram detetadas durante uma operação com o objetivo de fiscalizar as novas medidas impostas pela situação de calamidade no âmbito da pandemia COVID-19.

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Em comunicado, a GNR dá conta que a operação, que decorreu no dia 23 de outubro, teve como objetivo garantir o cumprimento das medidas decretadas, essencialmente no aconselhamento da não concentração de pessoas na via pública, ao cumprimento das normas de ocupação, permanência e distanciamento em espaços e estabelecimentos, ao encerramento dos estabelecimentos e a cessação das atividades conforme estabelecido no atual regime, cumprimento das normas relativas à venda e consumo de bebidas alcoólicas e à recomendação de uso de máscara ou viseira a pessoas com idade superior a 10 anos para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas.

Com esta operação, em que foram empenhados 50 militares do dispositivo territorial e de trânsito, foi possível fiscalizar estabelecimentos e pessoas na maioria dos concelhos do distrito de Santarém, tendo resultado na elaboração de cerca de 100 autos de contraordenação, dos quais 68 por não utilização de máscara ou viseira, 11 por aglomerado superior a cinco pessoas, oito por consumo de álcool na via pública, e seis por excesso de lotação do veículo.

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A GNR dá ainda conta de três infrações por inexistência de corredor de circulação em estabelecimento, duas por incumprimentos do distanciamento entre mesas, uma por venda de álcool depois do horário estabelecido, e ainda de uma por inexistência de indicação de lotação máxima.

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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