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Sábado, Julho 31, 2021

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SANTA MARGARIDA: Tropas da NATO no terreno para mostrar prontidão face a ameaças

Começou esta quarta-feira, 21 de outubro, a segunda fase do exercício militar Trident Juncture 2015, a fase do ataque no terreno, depois do exercício internacional ter estado focado no trabalho de treino e aprontamento ao nível das diversas estruturas de comando.

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DSC_2543Hoje, no Campo Militar de Santa Margarida, em Constância, o Coronel Michel Saint-Louis, Comandante da 5ª Brigada Mecanizada do Canadá, assumiu o comando de todas as forças terrestres envolvidas no exercício Trident, tendo agradecido a hospitalidade dos portugueses e dos habitantes da região envolvente ao desenrolar do exercício, tendo os militares dedicado esta manhã à prática de jogos desportivos tradicionais das várias nacionalidades presentes, e à exibição do material militar que vai estar envolvido nesta grande operação.

LIVEX4Em declarações ao mediotejo.net, o Tenente-Coronel Pedro Barreiro, Comandante do 2º BIMEC/Rodas, explicou como se vai desenrolar este exercício militar internacional, com cerca de 3 mil militares presente na região do Médio Tejo, quais os objetivos da NATO com este treino operacional, e qual a visibilidade que os mesmos poderão ter nas localidades da região, como Constância, Vila Nova da Barquinha, Abrantes, Tomar, Entroncamento, entre outras.

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“A partir do dia 31 de outubro, dia em que os cerca de 3 mil homens se vão deslocar para norte do rio Tejo, para depois iniciar a operação ofensiva para Sul, a dimensão, deslocação e concentração da força terrestre terá natural alteração à circulação normal de trânsito, mas teremos o cuidado máximo para que os impactos junto das populações sejam mínimos”, afirmou o Comandante do 2º BIMEC.

DSC_2640O Trident Juncture envolve cerca de 10 500 militares em solo nacional, com exercícios ao nível terrestre, aéreo e marítimo.

O exercício militar Trident Juncture 2015 visa demonstrar que a NATO “está preparada para lidar com todos os tipos de ameaças”, afirmou na terça-feira o secretário-geral adjunto da Organização.

20151019_PRT_PRA_4“O exercício não é sobre um país real mas tem o objetivo de demonstrar que a NATO tem capacidades fortes para lidar com todos os tipos de ameaças, convencionais ou não convencionais” e é também “uma oportunidade para aumentar a prontidão e a flexibilidade”, afirmou Alexander Vershbow, que elogiou o “forte empenho e o compromisso” de Portugal como uma das três nações hospedeiras.

A segunda fase do Trident Juncture 2015 começou na quarta-feira nas zonas de Beja, Tróia, Setúbal e Santa Margarida, no concelho de Constância, destinando-se ao “treino tático das diversas unidades” para “complementar a sua certificação”, especifica, entretanto, um comunicado do Estado-Maior-General das Forças Armadas.

Em conferência de imprensa após participar no Fórum da Indústria da NATO, que decorreu num hotel em Lisboa, o secretário-geral adjunto da Organização do Tratado do Atlântico Norte disse registar ainda o “forte compromisso de Portugal para com a NATO, num “contexto complexo” em que a “segurança não pode ser dada como garantida”.

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De acordo com o comunicado do EMGFA, a aliança atlântica pretende “mostrar um aumento do nível de ambição na guerra moderna conjunta e que possui a capacidade adequada para enfrentar os desafios de segurança atuais e futuros”.

Mais de 12 organizações internacionais, agências de auxílio e organizações não-governamentais participam também no exercício.

Na final do Trident Juncture 2015, o quartel-general do Comando de Forças Conjuntas Brunssum será oficialmente certificado para liderar a Força de Resposta da NATO ao longo de 2016, caso esta seja ativada.

*C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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