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Domingo, Julho 25, 2021

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Ruas em mau estado e falta de sinalética em visita municipal à Meia Via

Estradas em mau estado, estreitas, onde se veem “pessoas a fugir” do trânsito que vem do Entroncamento, falta de sinais, passeios e semáforos dominaram a primeira parte da reunião camarária de Torres Novas, deslocalizada esta quarta-feira, dia 9, para a Meia Via. Durante a manhã os vereadores fizeram uma visita a toda a freguesia, decorrendo depois no Teatro Maria Noémia a sessão pública, que reuniu cerca de uma dezena de curiosos. Acabou por ser apresentado na ocasião o projeto de requalificação da Rua Luís Vaz de Camões.

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Esta via, estreita, é uma das ligações da Meia Via ao Entroncamento, usada como alternativa para fugir ao trânsito das outras estradas. Desde que a A23 se tornou paga, conforme foi mencionado por várias vozes na reunião, o aumento do fluxo automóvel pelas nacionais tornou a Rua Luís Vaz de Camões mais perigosa. O problema foi sublinhado por vários moradores, sendo inclusive pedido por um habitante que não se esquecessem de fazer passeios na requalificação.

O presidente do município, Pedro Ferreira, agradeceu a sugestão, cuja nota foi deixada no projeto. O executivo municipal fez saber ainda que foi adquirido o edifício em ruínas no local, por 10 mil euros, a fim de se poder alargar a estrada.

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A falta de sinalética pela freguesia e outras estradas em mau estado, assim com a limpeza das valetas, foram temas em comum a todos os vereadores e moradores presentes na reunião. Já a vereadora do Bloco de Esquerda, Helena Pinto, apelou a que não se esquecesse o Bairro Sópovo, que “está ali há 25 anos e nunca lá foi feito nada” . A questão do arvoredo a obstruir o ruído da A23, em vez dos tradicionais painéis, foi outro dos temas lembrados.

A sessão contou com uma intervenção da presidente da junta de freguesia da Meia Via, Maria Lígia Santos, que recordou vários dos problemas da autarquia, assim como a particularidade de grande parte dos alunos da escola serem do Entroncamento. Fez ainda notar que o Orçamento da Meia Via é de apenas 50 mil euros e que praticamente não possuem mapa de pessoal.

Em entrevista ao mediotejo.net, Maria Lígia Santos enumerou todos estas questões, desde as ruas “em péssimo estado” à “funcionária precária” da junta, que o atual executivo optou por ter continuamente a meio tempo em vez de permanecer com os contratos de um ano com o IEFP. “Pelo fato de a junta ser pequenina temos as mesmas obrigações que as grandes”, explicou, adiantando que um funcionário novo todos os anos não garantia o bom serviço administrativo da autarquia.

Um dos seus desejos enquanto autarca era trazer um médico de família para a freguesia, mas mostrou-se frustrada com a atual situação da Saúde no país. Ainda assim a visita do executivo torrejano “foi proveitosa”, tendo-se verificado a falta de computadores no Centro Escolar. Esta situação deverá ser resolvida em breve.

Até ao final do mandato Maria Lígia dos Santos gostava de ver o alargamento do cemitério e os arranjos exteriores terminados.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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