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Sábado, Novembro 27, 2021

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Rota Templária em preparação entre Troyes e Tomar

A cidade de Tomar foi visitada durante cerca de 3 dias por uma delegação do Departamento de Aube, onde está localizada a Cidade de Troyes, França, lugar onde foi fundada a Ordem Militar dos Templários em 1128.

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Esta visita de trabalho foi coordenada por Christelle Taillardard, tendo em vista concluir a Candidatura de uma Rota Templária a apresentar ao Concelho da Europa, que se encontra já em fase avançada, e está inserida na rota Europeia dos Cavaleiros do Templo, no qual se integra uma grande dinamização cultural e de intercâmbios dos lugares Europeus que foram espaços ocupados por Templários.

Esta vinda agora a Tomar, foi precedida de uma outra já realizada pela autarquia tomarense a Troyes, no ano anterior, e segundo a diretora da Aube, a candidatura será muito em breve apresentada à Europa.

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Estes especialistas em turismo templário visitaram agora o Convento de Cristo bem como o Castelo de Almourol, (o município de Vila nova da Barquinha também se encontra envolvido no projeto, tendo sido recebidos pelo presidente Fernando Freire, continuando a viagem pela Quinta da Cardiga, Dornes, Alcobaça e outros lugares de referência Templária.

Está assim em franco progresso o nascer de uma rota, que além do prestígio que representa, para a cidade de Tomar e para a região do Médio Tejo, será uma mais-valia nas componentes histórico e cultural, bem como dentro do próprio contexto turístico aberto aos mais diversos públicos, amantes dos valores patrimoniais que envolvem a temática dos cavaleiros templários, que em cada dia que passa mais fascinam historiadores e turistas no geral.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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