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Sexta-feira, Setembro 17, 2021

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Rossio ao Sul do Tejo | ‘A Saúde Mental da Pessoa Idosa’ em palestra no Parque Tejo

A palestra ‘A Saúde Mental da Pessoa Idosa’ tem lugar este sábado, 23 de junho, às 15h00, no Parque Tejo (Aquapolis Sul), no Rossio ao Sul do Tejo, no concelho de Abrantes. A iniciativa da Associação Rossio Con Vida conta com a presença, como oradora, da psicóloga clínica Alice Patrício. A entrada é livre.

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 15% dos adultos com 60 ou mais anos de idade sofre de uma patologia mental ou neurológica, sendo as mais comuns a depressão e a demência, seguidas da ansiedade e de problemas associados ao consumo de substâncias. Portugal tem uma população cada vez mais idosa e com maior esperança de vida, o que muda o paradigma da saúde física e mental, desafiando a comunidade com responsabilidades sobre a população sénior a encontrar respostas mais adequadas.

A OMS define a saúde mental como “o estado de bem-estar no qual o indivíduo realiza as suas capacidades, enfrenta o stress normal da vida, trabalha de forma produtiva e frutífera, e contribui para a comunidade em que se insere”, estando comprovado que a saúde mental afeta e é afetada pelo estado de saúde físico. Segundo a mesma organização, a melhoria da qualidade de vida da população idosa depende muito do empenho de cada um, enquanto agente da sua própria saúde, participação e segurança, e da sociedade como um todo, para que sejam garantidas as oportunidades para tal, à medida que as pessoas envelhecem.

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Além dos problemas comuns a pessoas mais novas, os idosos sofrem de continuada perda de capacidades e habilidades funcionais, nomeadamente de redução de mobilidade, dor crónica e fraqueza, a que se somam eventos negativos como perda de rendimentos e de familiares e amigos. Todas estas situações podem contribuir para o isolamento e a solidão da pessoa idosa, requerendo maior atenção e cuidados de longa duração. Acresce que as pessoas idosas são mais vulneráveis a abusos físicos, verbais, psicológicos, financeiros e sexuais, bem como à despersonalização, negligência, subjugação e abandono, entre outras indignidades e faltas de respeito.

Face a esta realidade, a Associação entende ser essencial definir políticas públicas eficazes, preparar e apoiar os profissionais, as famílias e a comunidade, nomeadamente através de boa formação, recursos e assistência, e oferecer adequados serviços geriátricos, os quais atentem à preservação cognitiva da pessoa idosa, à prevenção de doenças, ao diagnóstico precoce, ao tratamento especializado e atempado, aos cuidados continuados e ao apoio permanente aos cuidadores.

A Associação Rossio Con Vida salienta ainda a importância da criação de condições e ambientes de vida que facilitem e promovam o bem-estar e uma existência saudável da população idosa, tais como liberdade e segurança, habitação condigna, apoio diferenciado (material, social e psicológico), prevenção e combate às situações de abuso, e desenvolvimento de programas comunitários de envelhecimento ativo.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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