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Domingo, Julho 25, 2021

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“Refletir sobre presidenciais”, por Hugo Costa

Ontem foi dia de eleições presidenciais. A vitória do Professor Marcelo Rebelo de Sousa à primeira volta foi clara. A minha primeira referência vai, por isso, para o desejo que seja um Presidente isento, que assuma as suas responsabilidades, e que não coloque o partido à frente do país. Espero igualmente que seja o caminho de colocar o PSD como um partido mais perto dos seus valores de fundação.

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Tudo fiz para este resultado não acontecer. Enquanto diretor distrital de campanha no distrito de Santarém tive o privilégio de trabalhar e conhecer pessoalmente a figura do Prof. Sampaio da Nóvoa. Uma figura superior do ponto de vista intelectual e do humanismo, seria certamente um grande Presidente da República.

As eleições, contudo, deixam várias questões que não devem ser esquecidas. O resultado da candidata do BE Marisa Matias é a demonstração como devemos muitas vezes ter a coragem de alterar os protagonistas e os discursos. Na política muitas vezes ouvimos declarações pouco abonatórias sobre a juventude por parte de alguns atores políticos. Esta é a demonstração de quanto errado estão essas declarações. O risco e a juventude são bons aliados dos resultados eleitorais.

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Os resultados fracos de outras candidaturas demonstram isso mesmo. Necessidade de mudar discursos e política. A dignidade com que levaram a cabo o combate político deve ser sublinhada, mas todos devemos compreender que o mundo precisa de outras respostas. A unidade da esquerda no combate teria sido uma mais valia que não foi conseguida. A divisão não é o caminho.

O resultado da abstenção demonstra o alheamento de uma parte significativa da sociedade em relação à vida pública de qual todos somos culpados. O ataque pessoal, a politiquice e o voyeurismo devem deixar de fazer parte do nosso léxico político. O péssimo resultado de Paulo Morais demonstra isso mesmo. O que os portugueses não querem.

Por último, o resultado de Vitorino Silva – “Tino de Rans”, um resultado que demostra o que muitos portugueses acham dos agentes políticos. Para estes portugueses vale mais votar na paródia. É necessário uma mudança na forma de fazer política,  é urgente.

Deputado na Assembleia da República e membro das Comissões de Economia, Inovação e Obras Públicas e Habitação, é também membro da Comissão de Orçamento e Finanças. Diz adorar o Ribatejo e o nosso país. Defende uma política de proximidade junto dos cidadãos. Tem 36 anos, é de Tomar e licenciou-se em Economia pelo ISEG. É membro da Assembleia Municipal de Tomar e da Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. Tem como temas de interesse a economia, a energia, os transportes, o ambiente e os fundos comunitários.

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