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Segunda-feira, Junho 21, 2021

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Recintos desportivos poderão ter um terço da lotação em 14 de junho

Os recintos desportivos de todas as modalidades poderão preencher até um terço da sua lotação para espetadores a partir de 14 de junho, anunciou o Governo, podendo ser exigido um teste negativo à covid-19. Tal significa que a final da Taça do Ribatejo, que se disputa a 27 de junho, pode ter público a assistir, naquele que será o derradeiro jogo da época no distrital de Santarém. O estádio que vai receber a final da competição ainda não foi anunciado pela Associação de Futebol de Santarém.

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“No que diz respeito à atividade desportiva, deixa de haver restrições nos escalões de formação e modalidades amadoras, devendo ter lugares marcados e regras de distanciamento definidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) sempre que se realizem fora de recintos desportivos, e 33% quando se verifiquem em recintos desportivos”, explicou o primeiro-ministro, António Costa, em conferência de imprensa.

Na fase seguinte de desconfinamento, a partir de 28 de junho, a presença de espetadores nos recintos desportivos de “escalões profissionais ou equiparados” vai ocorrer “com outras regras a definir pela DGS”, segundo o sítio covid19estamoson.gov.pt.

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Segundo o governante, a DGS poderá “impor regras específicas de acesso, designadamente a obrigatoriedade de testagem se considerar adequado”.

António Costa falava em conferência de imprensa após reunião do Conselho de Ministros, anunciando as medidas tomadas em função da nova fase de desconfinamento.

Questionado sobre se esta medida também se aplica aos estádios de futebol, o primeiro-ministro confirmou que “sim, a lotação será de 33%, como qualquer outro recinto desportivo”.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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