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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Realizadores de cinema de vários países promovem Centro de Portugal

Realizadores e produtores de países tão diversos como África do Sul, Brasil, Espanha, Holanda, Índia, Irão, Japão ou Paquistão vão filmar em vários locais do Centro de Portugal em outubro. Estes são os primeiros participantes na Art&Tur Factory, competição paralela ao Art&Tur – Festival Internacional de Cinema de Turismo, que está decorrer em Leiria, desde esta terça-feira, dia 23, até 27 de outubro.

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“A Art&Tur Factory é uma iniciativa que se estreia este ano no festival. A ideia é que realizadores de todo o mundo gravem e produzam pequenos filmes promocionais da região, que serão depois exibidos numa sessão especial do certame”, refere comunicado enviado à Imprensa.

“É um verdadeiro desafio, uma vez que os realizadores têm de criar, gravar, editar e finalizar um filme turístico em poucos dias”, lê-se no documento.

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Os filmes terão a duração de dois a três minutos e são obrigatoriamente rodados em aldeias do Centro de Portugal integradas nas redes das Aldeias Históricas de Portugal e das Aldeias de Xisto.

A organização do Art&Tur lançou este desafio e os realizadores aderiram de imediato. Até ao momento estão inscritas equipas de oito países e a organização diz serem são expectáveis mais participações.

Uma das equipas confirmadas vem do Japão e é liderada pelo produtor Tsuyoshi Kigawa, que encara com grande satisfação a oportunidade de filmar em Portugal. “Tenho muito interesse por Portugal. Foi o primeiro país ocidental com quem os japoneses contactaram e a sua cultura influenciou uma parte da Ásia. Por outro lado, até há poucos anos não havia muito interesse no Japão em receber turistas. Portugal está mais avançado nessa área e quero aprender com os portugueses. Além disso, o Japão também tem um problema sério de abandono das aldeias no interior. Queremos aprender algumas soluções para o problema com este projeto”, adianta Tsuyoshi Kigawa, que acrescenta: “A Art & Tur Factory permite-nos também conversar e trocar ideias com equipas de outros países, além de filmar. queremos levar essa aprendizagem para o Japão e realizar melhores filmes de turismo do Japão”.

Também o produtor/realizador brasileiro Marco Calábria aguarda com expetativa a sua participação na Art & Tur Factory. “A credibilidade, a visibilidade e seriedade do festival e de seus organizadores levou-nos a aceitar o desafio. É evidente a preocupação em promover o destino Portugal e o festival fá-lo com muita seriedade e profissionalismo. Esperamos superar o desafio, pois é necessário destreza e agilidade para produzir um filme turístico com qualidade e criatividade em pouco tempo, que traduza em alguns minutos as belezas, sabores e saberes e uma região tão linda como o Centro de Portugal”.

As equipas participantes na Art&Tur Factory ficarão instaladas na Aldeia Ruiva, no município de Proença-a-Nova. A partir desta residência artística, poderão escolher as aldeias para filmar, desde que sejam integrantes das redes Aldeias Históricas de Portugal ou Aldeias de Xisto.

Em comum, as equipas têm três dias para filmar, mais dois para editar e concluir os filmes. Estes serão apresentados ao público e ao júri do Festival no dia 25 de outubro, às 17h45. O vencedor da Art & Tur Factory será anunciado no dia seguinte, na Gala de Prémios Art & Tur 2018.

Os melhores filmes de turismo que se produzem em todo o mundo vão ser exibidos em Portugal, durante o Festival Art & Tur, que se realiza em Leiria, de 23 a 27 de outubro. Esta é a 11.ª edição de um dos maiores eventos mundiais de promoção turística audiovisual. Um festival de cinema de e para o turismo, com uma competição internacional que atrai cerca de uma centena de produtores e realizadores.

O Festival Art & Tur estrutura-se em três áreas complementares: o Art & Tur Contest, que consiste no festival de cinema propriamente dito e que inclui duas secções competitivas (“Tourfilm” e “Doc”); um ciclo de palestras e workshops com convidados nacionais e estrangeiros; e o Art & Tur Factory.

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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