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Domingo, Setembro 19, 2021

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“Rabarama”, por Massimo Esposito

Parece um título de um grupo musical, mas é o nome de arte de Paola Epifani, escultora Italiana de Roma nascida em 1969 e conhecida internacionalmente.

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Filha de arte, seguiu para os estudos na escola de arte de Treviso e depois na Academia de Veneza, onde passou com os valores máximos.  Logo depois participou em inúmeros concursos e começou a expor as suas obras chamando a atenção do público e críticos de arte.

Mas o que têm as esculturas de Rabarama de tão interessante? Para poder visualizar, ela cria corpos femininos ou masculinos isolados ou em grupo com um grande conhecimento anatómico em posições muito atrativas, e por vezes excêntricas, mas não é isto que chama a atenção ou a faz dela uma grande uma escultora, mas sim a forma como as pinta.

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Sim! As esculturas são pintadas cada uma em maneira diferente: com símbolos, carateres hieroglíficos ou outras formas ou motivos. As vezes parecem membranas ou mantos que as estão envolver, as vezes parecem peles de cobra, outras favos de abelhas e todas com cores muito bem equilibradas.

Há esculturas também que parecem de metal ou podemos lembrar também a enorme escultura em mármore de Carrara, que esteve presente na Bienal de Veneza.

Seja qual a cor ou motivo que escolhe, a escultura toma vida própria e se diferencia das outras marcando assim a ideia de beleza e arte de Rabarama.

Ela “descreve todas as dores e alegrias do ser humano desde a escravidão até a liberdade do código dos sonhos”.

O que nós podemos aprender com ela? Mais uma vez que precisamos de estudar e aplicarmos firmemente as bases da arte que escolhemos e depois encontrar uma identificação pessoal, um objetivo a transmitir, trabalhando, trabalhando e…trabalhando.

Pintor Italiano, licenciado em Arte e com bacharelato em Artes Gráficas em Urbino (Itália), vive em Portugal desde 1986. Em 1996 iniciou um protejo de ensino alternativo de desenho e pintura nas autarquias do Médio Tejo que, após 20 anos, ainda continua ativo. Neste projeto estão incluídas exposições coletivas e pessoais, eventos culturais, dias de pintura ao ar livre, body painting, pintura com vinho ou azeite, e outras colaborações com autarquias e instituições. Neste momento dirige quatro laboratórios: Abrantes, Entroncamento, Santarém e Torres Novas.

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