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Domingo, Agosto 1, 2021

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Quercus premeia projetos de ambiente e sustentabilidade de Santarém

A associação ambientalista Quercus atribuiu ao município de Santarém, no âmbito do programa “Floresta Comum”, o prémio de elevado valor vivo, num reconhecimento dos projetos desenvolvidos pela autarquia, disse à Lusa a vereadora com o pelouro do Ambiente.

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Inês Barroso disse à Lusa ser gratificante o reconhecimento de um trabalho que a autarquia tem vindo a desenvolver, com diversos parceiros, na área do ambiente e da sustentabilidade, referindo o esforço de recuperação das margens das zonas ribeirinhas e de redução do CO2 no concelho, este no âmbito do compromisso assumido no “pacto dos autarcas”.

O prémio agora atribuído consiste na entrega de 600 árvores, de diferentes espécies autóctones, 300 das quais pinheiro-manso (pinus pinea), que se vão destinar à dinamização, durante o ano de 2016, do projeto “Raízes da Sustentabilidade” junto das famílias do concelho que se disponibilizem para plantarem e cuidarem destas espécies.

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Em 2015, em parceria com uma família escalabitana, foi possível, ao abrigo do projeto, constituir o primeiro Sumidouro de CO2 do concelho de Santarém, com a plantação de 325 sobreiros (quercus suber), “um compromisso que, ao longo dos anos, permitirá o crescimento de sequestro de CO2 equivalente no concelho”, tendo ainda sido entregues outras 77 árvores a pessoas que quiseram aderir ao projeto, frisou.

O acolhimento e plantação das espécies autóctones por munícipes que dispõem de condições para o fazer contribui “para a mitigação da perda de biodiversidade e a degradação dos ecossistemas”, sendo objetivo, este ano, “assegurar uma área dedicada ao pinheiro-manso como sumidouro de CO2 equivalente”, afirma uma nota da autarquia.

Inês Barroso realçou o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido nesta área pela Equipa Multidisciplinar de Ação para a Sustentabilidade, da Câmara Municipal de Santarém.

Em 2015, o município submeteu uma candidatura ao programa “Floresta Comum”, promovido pela Quercus, com os projetos “Reabilitar Troço-a-Troço”, para reabilitação dos recursos hídricos e seus ecossistemas, e “Raízes da Sustentabilidade”, para promover o interesse pelas espécies autóctones.

“As florestas, enquanto meio de valor intangível, desempenham um papel importante na mitigação das alterações climáticas, porque sequestram e armazenam o dióxido de carbono (CO2), emitido pelas atividades humanas, e emitem ainda oxigénio para a atmosfera. O abate das florestas tem, assim, um grande impacte nos níveis de CO2, bem como outros impactes devastadores, como a destruição dos serviços dos ecossistemas, da fauna e da flora, que economicamente não se calculam”, acrescenta a nota do município.

O programa “Floresta Comum”, da Quercus, visa o “fomento e incentivo à criação de uma floresta autóctone com altos índices de biodiversidade e de produção de serviços de ecossistema”, realça.

Agência de Notícias de Portugal

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