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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Quercus aponta incêndios como pior e economia circular como melhor no ambiente este ano

A tragédia dos incêndios de verão e o plano nacional da economia circular estão entre os piores e melhores factos ambientais de 2017 para a associação ambientalista Quercus, que divulgou hoje o seu balanço do ano.

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Os incêndios florestais que fizeram mais de 100 mortos marcam o ano também em termos ambientais, uma vez que arderam “cerca de 500 mil hectares de floresta”, quatro vezes acima da média da década anterior.

A perspetiva de a central nuclear espanhola de Almaraz poder ter mais tempo de licença para funcionar e a poluição do rio Tejo são outros fatores negativos de 2017 que a associação aponta, em comunicado.

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A zona de Vila Velha de Ródão, no interior centro, é uma das mais afetadas pelos “atentados ambientais” ao rio internacional, que prejudicam o seu papel ecológico e a importância económica para a população, para o que a Quercus pede “ação mais firme” das autoridades.

Quase um terço dos solos nacionais em “situação degradada”, os casos de infeção com a bactéria ‘legionella’ com origem no hospital São Francisco Xavier e o equivalente ao território da cidade de Lisboa plantado com novos eucaliptos são outros aspetos que a Quercus destaca pela negativa.

Pelo lado bom, destaca-se a aprovação do plano para a Economia Circular, com que o Governo pretende aplicar um novo modelo económico europeu que visa reduzir o desperdício de todo o tipo de produtos, bens e aparelhos, promovendo a sua reutilização e o arranjo de avarias em vez de serem deitados no lixo.

A estratégia nacional de educação ambiental e a declaração de Portugal sobre limites de cádmio nos fertilizantes agrícolas, um metal pesado nocivo para os seres humanos, são outros destaques positivos do ano.

Agência de Notícias de Portugal

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