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PSD reclama igualdade de oportunidades para empresas do interior em concursos públicos (c/ÁUDIO)

O PSD chamou a atenção para o facto de existirem departamentos da administração pública que estão a impedir empresas localizadas fora do concelho ou do distrito de Lisboa de concorrer a concursos públicos para a concessão ou prestação de serviços. O deputado Duarte Marques, eleito pelo distrito de Santarém, levou este tema à audição da Ministra da Modernização Administrativa no sentido de “por fim a esta tremenda discriminação que, além de lamentável, é absolutamente ilegal”.

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“A Senhora Ministra não tem provavelmente culpa alguma por estas situações, mas tem a responsabilidade de acabar com esta discriminação”, afirmou o deputado do PSD, tendo feito notar que, “num Governo que fala tanto do interior e que faz da transição digital o seu principal desígnio, isto não pode acontecer.”

ÁUDIO: DUARTE MARQUES, DEPUTADO DO PSD:

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Os exemplos dados pelo deputado natural de Mação são vários e acontecem sobretudo em contratos de prestação de serviços à distância – que não exigem contacto físico com os cidadãos – como a operação de serviços de helpdesk, gestão de backoffice, atendimento telefónico, gestão documental ou de desmaterialização de arquivos.

O deputado do PSD apresentou vários exemplos que vão desde concursos do IEFP, da Secretária Geral do Ministério da Administração Interna, da Imprensa Nacional – Casa da Moeda, do Ministério da Economia, da Agência Portuguesa do Ambiente ou do IRN – Instituto dos Registos e Notariado do Ministério da justiça.

“Estas instituições abrem concursos públicos, mas depois limitam a execução dos contratos ao concelho ou distrito de Lisboa quando é perfeitamente indiferente para o consumidor/cidadão o local onde lhe estão a atender o telefone ou a esclarecer uma dúvida”, notou Duarte Marques.

“Empresas que estão localizadas em Ourém, no Alvito, em Aveiro, na Batalha, no Sardoal ou em Mação não podem concorrer nem criar aí emprego. Quando devíamos estar a falar de uma discriminação positiva a favor das empresas localizadas nestes territórios, onde criar 30 empregos faz uma tremenda diferença, o Estado português a fazer algo trágico, uma discriminação negativa contra os territórios que mais precisam”, defendeu.

O deputado do PSD fez notar que a responsabilidade destas situações não é do governo e que a Ministra Alexandra Leitão terá visto com bons olhos alargar estes serviços  a outras áreas do território, comprometendo-se a verificar as situações identificadas e a resolver o assunto, se se confirmar.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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