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Sábado, Julho 24, 2021

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PSD de Tomar contra posto dos CTT na Junta de freguesia da cidade

A concelhia de Tomar do PSD opõe-se à existência de um posto dos CTT na junta de freguesia da cidade, alegando que uma entidade pública não deve prestar serviços a privados.

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Em comunicado enviado à Lusa, os sociais-democratas afirmam que um edifício “construído com dinheiros públicos e vocacionado, por inerência, para o serviço da comunidade da freguesia” não deve “possibilitar que uma empresa privada nele se instale e faça negócios privados a troco de uma ‘esmola’ para a freguesia”.

Além do retorno económico “deficitário”, a concelhia do PSD justifica a oposição a esta decisão com a obrigação de os funcionários se verem “obrigados a trabalhar para terceiros [neste caso privados], prejudicando o serviço público”, e a manusearem “dinheiros privados sem condições de segurança”.

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“É importante não esquecer que os CTT, na atual versão de empresa privada, pagam vales de correio, pensões de reforma e outras”, passando essa responsabilidade a ser dos funcionários da Junta sem que esta tenha as adequadas medidas de segurança, afirma.

O comunicado refere ainda que os CTT encerraram uma segunda estação de correios na cidade de Tomar para diminuir custos na fase de privatização, tornando esta operação mais apetecível, e que a opção de encerramento de estações põe em causa os próprios funcionários da empresa.

A questão da anulação do contrato de prestação de serviços com os CTT foi uma das que dominou a assembleia de freguesia da Junta Urbana (resultante da fusão das freguesias de São João Baptista e de Santa Maria dos Olivais) que se realizou na segunda-feira, na qual foi chumbado o orçamento para 2016 proposto pelos socialistas.

Em comunicado, a concelhia de Tomar do PS afirma respeitar a tomada de posição da “coligação maioritária” formada pelo PSD e pelos Independentes por Tomar (IpT), lamentando, contudo, que estes tenham recusado um orçamento que pretendia “reforçar o apoio social aos mais desfavorecidos, aumentar as atividades vocacionadas para os mais jovens e continuar o esforço de recuperação das estradas e caminhos públicos”.

“O PS está convicto que os cidadãos saberão bem separar o trigo do joio, percebendo que esta desesperada tentativa de parar o trabalho da Junta Urbana, é de todo inglória”, afirma o comunicado enviado à Lusa.

A Junta Urbana é gerida pelo PS, que, por não ter a maioria, integrou um membro do IpT no executivo, sendo o outro eleito dos independentes presidente da mesa da assembleia.

Agência de Notícias de Portugal

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