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Domingo, Dezembro 5, 2021
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PS e BE questionam alterações de horários de agências da CGD

O grupo parlamentar do PS perguntou na quinta-feira ao Governo se a Caixa Geral de Depósitos “vai efetuar alterações ao horário de funcionamento das suas agências” no distrito de Santarém e que critérios fundamentam a medida.

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Em comunicado, os deputados do PS eleitos por Santarém, Idália Serrão e António Gameiro, referem ter sido alertados pelos autarcas do Médio Tejo para o facto de que a Caixa Geral de Depósitos pretende, a partir deste mês, reduzir o horário de funcionamento das suas agências.

A medida “contraria os objetivos inscritos no Programa do XXI Governo Constitucional para combate à desertificação e para afirmação da sustentabilidade dos territórios de baixa densidade”, referem.

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Também o BE, através dos deputados Carlos Matias e Mariana Mortágua, questionou o Governo sobre se tem conhecimento de planos da Caixa Geral de Depósitos para reduzir a oferta de serviços em agências localizadas em territórios de baixa densidade.

Na pergunta, dirigida ao Ministério das Finanças, o BE lembra que a Caixa “é um banco público essencial ao desenvolvimento do país e, em particular, às regiões do interior de baixa densidade demográfica” pelo que “uma eventual redução da oferta de serviços da CGD, a par da fuga de serviços públicos dos concelhos do interior, só contribuirá para dificultar a atividade económica e, por consequência, para agravar desigualdades territoriais, nos mais diversos domínios”.

O BE questionou ainda se “está o Governo determinado a manter a oferta de serviços da CGD em condições de equidade para as populações de todo o país”.

A redução do horário das agências da Caixa Geral de Depósitos (CGD), a partir deste mês, foi já criticada por diversos autarcas do Médio Tejo, nomeadamente de Constância e Vila Nova da Barquinha.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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