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Quinta-feira, Julho 29, 2021

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Proteção Civil e ANAFS simulam tornado em Ourém

Este fim-de-semana, 5 e 6 de dezembro, a Associação Nacional dos Alistados das Formações Sanitárias (ANAFS) está em Ourém, no âmbito de um simulacro em cenário de tornado. Esta organização sem fins lucrativos (ONG) é constituída por voluntários, sendo ativada sempre que é necessário apoio em situações de busca e salvamento urbano. Fornecem ainda um reforço em logística, triagem de feriados e suporte a deslocados.

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O último grande vendaval em Ourém decorreu a 19 Janeiro de 2013, tendo parte do concelho ficado sem energia elétrica durante vários dias. É a pensar nestas situações e nos seu eventuais efeitos sobre as habitações dos moradores que o município de Ourém possui um protocolo com a ANAFS.

O simulacro deste fim-de-semana foi ativado sem que os intervenientes soubessem que era fictício, deslocando-se a Ourém 23 pessoas (engenheiros, enfermeiros, ex-militares, etc), todas voluntárias, para um suposto local de crise. ”Em todas as situações somos poucos dado o que a natureza nos prega”, sintetizou ao mediotejo.net o responsável da Proteção Civil de Ourém, Nuno Touret, sublinhando a importância desta aprendizagem conjunta.

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Desde salvar pessoas soterradas a organizar o apoio logístico de quem, de repente, ficou sem casa, são várias as experiências relatadas pelos voluntários desta ONG. Segundo o Coordenador Chefe, Manuel Veloso, “desde 2004 que fazemos estas operações e só tivemos um ferido porque somos altamente rigorosos em questões de segurança”.

No Pinheiro está montada uma tenda com nove camas, capaz de dar o primeiro apoio a feridos. A equipa traz também bastante madeira, equipamento utilizado pela ONG para todos o tipos de operações de regaste e suporte de estruturas. Permanecem em Ourém durante estas 48 horas, mas vêm equipados para dar apoio durante 15 dias.

Em 2010 prestaram serviço durante o tornado de Tomar.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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