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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Proteção Civil alerta para proibição de queimadas e para risco de incêndios

A Autoridade Nacional de Proteção Civil alertou para o perigo de incêndios durante os “próximos dias”, face a previsões de subida de temperatura e à seca que o continente atravessa. A Associação de Agricultores dos concelhos de Abrantes, Constância, Sardoal e Mação, em comunicado, lembra a proibição de uso do fogo entre os dias 18 (sábado) e 23 de novembro (quinta-feira), nomeadamente queimadas de sobrantes. Em face dos alertas, o Ministério da Administração Interna proibiu a realização de queimadas.

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“Que ninguém faça uso do fogo nestes dias”, apelou Luís Damas, representante dos agricultores, “quer pelo risco de incêndio quer pelas multas que podem estar associadas a quem não respeitar estas instruções das autoridades”, frisou.

O período critico no Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios, foi novamente prolongado pelo Governo até dia 23 de novembro (quinta-feira), ou seja, é expressamente proibido efectuar queima de sobrantes.

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“Estão reunidas condições favoráveis à propagação de incêndios rurais na eventualidade de se verificarem ignições do material lenhoso, uma vez que o país atravessa um já longo período de seca e, além disso, existe ainda grande quantidade de material combustível acumulado e suscetível de arder rápida e violentamente nos espaços florestais”, alertou, por sua vez, a Proteção Civil em comunicado.

Citando informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a Proteção Civil alerta para um “período de tempo seco e subida de temperatura, para valores acima da média para esta época do ano”.

No documento a entidade recorda que em locais em que haja um elevado risco de incêndio não é permitida a realização de queimadas, e se o risco for muito elevado não são permitidas fogueiras para recreio, lazer ou cozinhar, nem utilizar equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confeção de alimentos, nem queimar matos ou lançar balões (de mecha acesa) ou foguetes, entre outras medidas.

 

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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