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Quinta-feira, Setembro 23, 2021

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Prisão preventiva para evadido que cortou pulseira eletrónica e furtou carro em Abrantes

Um homem em prisão domiciliária cortou a pulseira eletrónica e fugiu na quinta-feira, após furtar um veículo no concelho de Abrantes, acabando por ser detido em Coimbra, e encontra-se em prisão preventiva, anunciou hoje a GNR.

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O homem de 32 anos foi detido pelos “crimes de evasão, furto de veículo, condução perigosa e condução sem habilitação legal”, indicou a Guarda Nacional Republicana (GNR).

Em comunicado, esta força de segurança informou que a detenção ocorreu na sequência de um alerta de que “um homem, que se encontrava em pena domiciliária, teria cortado a pulseira eletrónica e iniciado fuga após furto de um veículo, no concelho de Abrantes”.

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Após procedimentos policiais, os militares da GNR conseguiram localizar a viatura furtada a circular no concelho de Tomar e “de imediato” começaram a segui-la, “com o intuito de a intercetar e de proceder à abordagem do seu condutor”.

No entanto, o suspeito não obedeceu à ordem de paragem e continuou em fuga em direção a Coimbra, “colocando em perigo os utentes da via e acabando por se despistar no nó de acesso ao Itinerário Complementar (IC) 3 – Coimbra”, informou esta força de segurança.

Em resultado da ação policial, o homem foi detido e a GNR verificou ainda que o suspeito “não possuía habilitação legal para conduzir”.

A detenção foi realizada pelo Comando Territorial de Santarém, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Tomar, que contou com o reforço do posto territorial de Tomar, de Ferreira do Zêzere, do Destacamento de Trânsito (DT) de Coimbra e com o apoio da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Presente ao Tribunal Judicial de Coimbra, o detido foi sujeito à aplicação da medida de coação mais gravosa, prisão preventiva, comunicou a GNR.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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