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Quarta-feira, Julho 28, 2021

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Presidente da República homenageou Jornal de Abrantes e a imprensa centenária portuguesa

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa agraciou a Associação Portuguesa de Imprensa (API) como Membro Honorário da Ordem do Mérito, tendo recebido as insígnias o Presidente da Direção da API, Dr. João Palmeiro, numa cerimónia onde se homenageou a imprensa portuguesa, entre eles o Jornal de Abrantes, o único jornal centenário na região do Médio Tejo. Também o Correio do Ribatejo, no âmbito do distrito de Santarém, foi homenageado.

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Presidente da República condecorou Associação Portuguesa de Imprensa e homenageou a imprensa portuguesa. Foto: Presidência da República

Na cerimónia, realizada na Sala dos Embaixadores do Palácio de Belém, estiveram presentes representantes de Órgãos de Comunicação Social Centenários, membros da Associação Portuguesa de Imprensa, nomeadamente “A Aurora do Lima”, “A Comarca de Arganil”, “A Guarda”, “A Ordem”, “A Voz do Operário”, “Açoriano Oriental”, “Boletim Salesiano”, “Cardeal Saraiva”, “Correio da Feira”, “Correio do Ribatejo”, “Diário de Notícias”, “Diário de Notícias da Madeira”, “Folha de Domingo”, “Folha de Tondela”, “João Semana”, “Jornal de Abrantes”, “Jornal de Estarreja”, “Jornal de Noticias”, “Jornal de Santo Thyrso”, “Maria da Fonte”, “Notícias da Covilhã”, “Notícias de Gouveia”, “O Amigo do Povo”, “O Concelho de Estarreja”, “O Despertar”, “O Penafidelense” e “Soberania do Povo”.

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, prestou  homenagem à imprensa portuguesa, no Dia da Liberdade, e manifestou-se preocupado com a sua sobrevivência económica e financeira, pedindo medidas que ajudem o setor.

Numa cerimónia na Sala dos Embaixadores do Palácio de Belém, em que condecorou a Associação Portuguesa de Imprensa com o título de membro honorário da Ordem do Mérito, o chefe de Estado realçou o “peso esmagador da publicidade de grandes empresas multinacionais no que respeita à imprensa eletrónica”.

“Estamos a falar de 80% ou mais da publicidade detida por um número muito limitado de empresas multinacionais”, referiu, acrescentando que, num prazo muito curto, a situação “constitui um problema”.

“Sei que o Governo está atento a esse problema, que impõe [a necessidade de] medidas que permitam ir ao encontro das vossas aspirações e das vossas necessidades”, acrescentou.

Marcelo Rebelo de Sousa falava perante cerca de 30 representantes de órgãos de comunicação social centenários, membros da Associação Portuguesa de Imprensa, como o Açoriano Oriental, o Diário de Notícias, A Voz do Operário, o Jornal de Notícias e a Folha de Tondela.

“Homenageio a vossa coragem, a vossa determinação, a vossa persistência, mas estou seriamente preocupado com o panorama da imprensa em Portugal”, declarou.

O Presidente da República acrescentou que está “preocupado, não por falta de liberdade, não por falta de criatividade, não por falta de determinação, mas porque as condições objetivas, nomeadamente económicas e financeiras, são cada vez mais limitativas”.

Referindo que conhece bem o setor, afirmou: “Acompanho as vossas vicissitudes. Sei bem como é difícil a produção, como é muito difícil a distribuição, como é um problema cada vez mais grave a publicidade e, portanto, a sobrevivência económica e financeira da imprensa portuguesa”.

O chefe de Estado começou por deixar “uma palavra de homenagem à imprensa portuguesa, no Dia da Liberdade, o que faz todo o sentido”, agradecendo-lhe por “essa liberdade vivida todos os dias, com grandes sacrifícios, com uma dificuldade crescente”.

Marcelo Rebelo de Sousa disse que, não podendo receber todos os órgãos representados pela Associação Portuguesa de Imprensa neste dia 25 de Abril, quis reunir em Belém os “representantes de órgãos seculares”, que “têm uma longa história”, vindos de todo o país.

C/LUSA

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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