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Ponte de Sor | Terceira etapa do Grande Prémio EN2 termina em Montargil

Ponte de Sor é um dos municípios que irá receber o Grande Prémio de Portugal Nacional 2, que se realiza entre 18 e 22 de julho. Esta prova velocipédica irá percorrer aquela que é a maior estrada da Europa e terceira do Mundo em cinco etapas. A terceira etapa da prova (20 de julho) sai de Pedrogão Grande, atravessa quatro concelhos do Médio Tejo, e termina em Ponte de Sor, na barragem de Montargil.

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A 1ª etapa (18 julho) irá ligar Chaves a Castro Daire, com passagens por Vila Pouca de Aguiar, Vila Real, Santa Marta de Penaguião, Régua e Lamego. A 2ª etapa (19 de julho) fará a ligação de Castro Daire a Pedrógão Grande, num percurso que passará por São Pedro do Sul, Viseu, Tondela, Santa Comba Dão, Mortágua, Penacova, Vila Nova de Poiares, Lousã e Góis. Com partida em Pedrógão Grande, a 3ª etapa (20 julho) segue para a Sertã, Vila de Rei, Sardoal, Abrantes, e chegada a Montargil.

É daí que parte a 4ª etapa (21 de julho) que terá passagens em Avis, Mora, Coruche, Montemor-o-Novo, Viana do Alentejo, Alcácer do Sal, Ferreira do Alentejo e Aljustrel. Finalmente, e em toda a zona Sul, a 5ª etapa (22 de julho) sai de Ferreira do Alentejo em direção a Aljustrel, Castro Verde, Almodôvar, São Brás de Alportel, Loulé e chega a Faro.

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A Estrada Nacional 2 atravessa Portugal de Norte a Sul e é a estrada de maior extensão do País. Tem o seu início em Chaves (Km 0) e terminando ao Km 738,5 em Faro, passando por onze distritos (Vila Real, Viseu, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora, Setúbal, Beja e Faro), oito províncias (Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Alta, Beira Litoral, Beira Baixa, Ribatejo, Alto Alentejo, Baixo Alentejo e Algarve), 4 serras, 11 rios e 35 concelhos.

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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