- Publicidade -

Ponte de Sor | Posto da GNR de Galveias reabre segunda-feira

O Posto de Atendimento da GNR em Galveias vai ser reaberto esta segunda-feira, dia 22 de fevereiro, funcionando nos termos anteriores ao seu encerramento temporário, deu conta a autarquia de Ponte de Sor, em comunicado.

- Publicidade -

O Posto de Atendimento da GNR em Galveias foi temporariamente encerrado este mês de fevereiro devido a ajustamentos decorrentes do Plano de Contingência da GNR para a COVID-19, como resultou da missiva do Ministério da Administração Interna dirigida ao Presidente da Câmara Municipal, Hugo Hilário (PS), que havia solicitado esclarecimentos e garantias da sua reabertura.

Devido ao encerramento do posto da GNR, o Município Ponte de Sor diligenciou, de forma concertada com a Junta de Freguesia de Galveias , solicitar ao Ministério da Administração Interna mais esclarecimentos e garantias da natureza temporária da decisão, sublinhando a importância deste serviço essencial para a população da freguesia.

- Publicidade -

Dando conta da reabertura na próxima segunda-feira, segundo foi “comunicado ao Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sor através do Comando Territorial de Portalegre da Guarda Nacional Republicana”, o presidente da autarquia já saudou a decisão de reabrir o Posto de Atendimento da GNR de Galveias, “continuando assim a prestar um serviço fundamental e de proximidade, essencial para salvaguardar a segurança e bem-estar das populações”, afirma.

O Ministério da Administração Interna decidiu encerrar este mês, “temporariamente”, o Posto da GNR em Galveias, no concelho de Ponte de Sor. A decisão preocupou a autarquia que decidiu pedir esclarecimentos ao governo tendo este havia assegurado que o encerramento do posto seria temporário.

Segundo o ministro Eduardo Cabrita, em comunicação dirigida ao presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sor, que solicitou esclarecimentos sobre a decisão, “o encerramento do Posto de Atendimento da Freguesia de Galveias deve-se a ajustamentos decorrentes do Plano de Contingência da GNR para a covid-19, designadamente a necessidade de reorganização dos recursos disponíveis face às obrigações acrescidas com o Estado de Emergência e o confinamento, entre eles a redução do número de efetivos e a necessidade de afetação de recursos existentes ao controlo das fronteiras terrestres e ao patrulhamento exterior”.

Segundo a comunicação do Ministério da Administração Interna, “o encerramento temporário do Posto de Atendimento da GNR em Galveias resulta única exclusivamente das razões aduzidas, replicando-se por todo o território nacional, e só se manterá enquanto produzir efeitos o Estado de Emergência, não se colocando por isso nenhum cenário de encerramento definitivo”.

Por seu lado, a Câmara Municipal de Ponte de Sor considera que “o Posto de Atendimento da GNR na Freguesia de Galveias é um serviço essencial e de proximidade para as populações, fundamental para salvaguardar a sua segurança e bem-estar. Estamos por isso comprometidos com a defesa deste importante e descentralizado serviço público de Galveias, encetando todas as diligências que se revelem necessárias para defender a sua preservação”.

A autarquia fez notar na ocasião que “a população pode ficar serena que não admitiremos o encerramento definitivo do Posto de Atendimento da GNR em Galveias”.

Na sequência desta medida, a Direção da Organização Regional de Portalegre (DORPOR) do PCP criticou, em comunicado, o encerramento temporário do posto de atendimento de Galveias.

O PCP “reclama” junto do Ministério da Administração Interna a “reversão” deste tipo de medidas, tendo em “consideração” a “necessidade de garantir” os serviços de proximidade às populações do interior e “evitar novas necessidades” de deslocação neste tempo de pandemia a pessoas com “fracos” recursos.

“Trata-se de mais um sinal preocupante do abandono do interior e dos seus problemas”, em “resultado das políticas de direita por parte do Governo e de reafirmação da sua política de concentração”, as quais “promovem o despovoamento destes territórios que já possuem muito baixa densidade populacional”, referem os comunistas.

Os habitantes destes territórios, “sendo poucos ou muitos têm direito e merecem ser respeitados”, pode ler-se no comunicado.

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
O seu nome

APOIE O NOSSO JORNAL, TORNE-SE UM LEITOR BENEMÉRITO

Se lê regularmente as nossas notícias torne-se um leitor benemérito fazendo contribuições a partir de 10€/mês, ou doando valores iguais ou superiores a 100€. Esses leitores passam a constar da ficha-técnica como apoiantes deste projeto independente de jornalismo. Pode também fazer uma contribuição pontual (5€, 10€, 20€, o que puder e quiser).