Sexta-feira, Fevereiro 26, 2021
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Ponte de Sor | ‘O Misantropo’ de Molière no Teatro-Cinema

O mês de dezembro traz teatro à principal sala de espetáculos de Ponte de Sor. Uma produção do Teatro da Terra, com encenação de Ivo Alexandre, de 5 a 23 do mês de Natal, de quarta a sábado às 21h30 e aos domingos às 16h00, para ver ‘O Misantropo’ de Molière, no Teatro-Cinema de Ponte de Sor.

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Trata-se de uma comédia de costumes da autoria do dramaturgo francês, criada em 1666. É uma paródia de um personagem de princípios rígidos que não considera ninguém digno de comparar-se com ele e a sua verdadeira natureza.

Texto de especial subtileza e apuro formal talvez nos faça rir apesar da impiedosa sátira de regras e costumes sociais que põe em movimento. No epicentro deste engenho dramático, encontramos Alceste, herói monomaníaco que tem apenas os defeitos decorrentes da sua qualidade – a exigência moral que o leva a odiar todos os homens, a censurar-lhes vícios e iniquidades, e (singular contradição) a amar a mais coquete e afetada das criaturas.

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Ivo Alexandre enfrenta, por certo, ‘O Misantropo’ para, mais uma vez, revelar o teatro enquanto máquina de ‘desocultação’ das preocupações contemporâneas. O encenador conta com intérpretes como Anabela Faustino, Cláudia Alfaiate, Hélder Agapito, João Saboga, Luís Gaspar, Marcos Barbosa Marques, Teresa Faria entre outros. A tradução é de Alexandra Moreira da Silva, a cenografia de Cláudia Lopes Costa e os figurinos de Alheli Guerreiro.

 

‘O Misantropo’ de Molière. Créditos: Teatro da Terra

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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