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Sábado, Maio 8, 2021

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Câmara de Ponte de Sor lança 15º. Prémio Literário José Luis Peixoto

A Câmara de Ponte de Sor anunciou que vai promover, este ano, a 15.ª edição do Prémio Literário José Luís Peixoto, destinado a distinguir trabalhos inéditos na modalidade de conto. Numa nota do município, é explicado que o prazo para a entrega dos trabalhos foi prorrogado, passando a ter como data-limite o dia 30 de junho.

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Criado em 2007, o Prémio Literário José Luís Peixoto tem como diretiva, em anos pares, premiar trabalhos inéditos na modalidade de poesia e, em anos ímpares, trabalhos de conto.

O concurso deste ano apresenta outras medidas consideradas “excecionais”, devendo os interessados enviar os seus trabalhos para o endereço de e-mail: premio.jlpeixoto@cm-pontedesor.pt.

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No texto do e-mail deverá constar a naturalidade do concorrente, o pseudónimo e o título do trabalho. De acordo com o município, os trabalhos deverão ser enviados em formato PDF e os dados pessoais enviados noutro PDF.

Segundo a Câmara de Ponte de Sor, o concurso, de âmbito internacional, está aberto a cidadãos de nacionalidade portuguesa e a naturais e/ou residentes em países de língua oficial portuguesa.

Além de homenagear o escritor José Luís Peixoto, natural de Galveias, no concelho de Ponte de Sor, a autarquia salienta que a iniciativa pretende ainda incentivar a criatividade literária entre os jovens, assim como o gosto pela leitura e escrita.

A este concurso podem concorrer jovens que completem 25 anos até ao dia 31 de dezembro de 2021.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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