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Sábado, Outubro 16, 2021

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Ponte de Sor | Município lidera no Alentejo Índice de Transparência Regional

O Município de Ponte de Sor lidera o Índice de Transparência das Câmaras Municipais na região do Alentejo e ocupa a quarta posição em Portugal. A avaliação foi feita pela associação independente internacional Dyntra, que estuda a informação que é disponibilizada por entidades públicas, governos, partidos políticos e representantes eleitos e das organizações sociais.

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Esta avaliação coloca o Município de Ponte de Sor como “um dos mais transparentes a nível nacional, o que premeia e reconhece os esforços que têm sido desenvolvidos na construção de uma relação com a população orientada pela verdade, rigor, clareza e transparência”, refere a autarquia, em nota de imprensa.

A Câmara Municipal de Ponte de Sor diz disponibilizar, quer no seu portal, quer através dos seus serviços abertos ao munícipe, informação completa e detalhada no indicador económico-financeiro, designadamente sobre a gestão e transparência do seu orçamento e situação financeira, situação que terá contribuído para este destaque.

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Além do mais, o Município de Ponte de Sor “evidencia-se noutros indicadores como as informações disponibilizadas sobre os membros da Câmara Municipal e pessoal de confiança, descrição funcional e atribuições orgânicas da estrutura do governo local, funcionários municipais, património municipal, na relação com fornecedores, ajudas e subvenções e na informação e atenção dedicada ao cidadão, entre outros”, acrescenta.

“Continuaremos empenhados em percorrer este caminho, de maior transparência, participação, informação e escrutínio, investindo numa relação de proximidade com a nossa população e por isso numa comunidade mais esclarecida”, refere o presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sor, Hugo Hilário, acrescentando que “a responsabilidade da gestão pública numa democracia no século XXI, em que o acesso à informação é fundamental, determina que os agentes públicos disponibilizem informação completa, clara e inequívoca da sua gestão e do funcionamento das instituições.”

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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