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Terça-feira, Janeiro 18, 2022
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Ponte de Sor lança nova edição do Prémio Literário José Luís Peixoto

A Câmara de Ponte de Sor anunciou que vai promover, este ano, a 14.ª edição do Prémio Literário José Luís Peixoto, destinado a distinguir trabalhos inéditos na modalidade de poesia. Na sequência da pandemia de covid-19, a autarquia e a biblioteca municipal procuraram “encontrar soluções para a boa continuidade” do prémio literário, que este ano vai ter algumas alterações excecionais ao regulamento, indicaram os promotores.

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Este ano o Prémio Literário é referente à poesia e terá algumas alterações excecionais ao regulamento e que passa pela prorrogação do prazo, passando a ter como data limite o dia 30 de junho de 2020. O envio dos trabalhos será feito para o e-mail: biblioteca.municipal@cm-pontedesor.pt.

No texto do email virá a naturalidade do concorrente, o pseudónimo e o título do trabalho. O trabalho será enviado em formato PDF e os dados pessoais serão enviados noutro PDF.

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Criado em 2007, o Prémio Literário José Luís Peixoto tem como diretiva, em anos pares, premiar trabalhos inéditos na modalidade de poesia e, em anos ímpares, trabalhos de conto.

Segundo a Câmara de Ponte de Sor, o concurso, de âmbito internacional, está aberto a cidadãos de nacionalidade portuguesa e a naturais e/ou residentes em países de língua oficial portuguesa.

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Além de homenagear o escritor José Luís Peixoto, natural de Galveias, no concelho de Ponte de Sor, a autarquia salienta que a iniciativa pretende ainda incentivar a criatividade literária entre os jovens, assim como o gosto pela leitura.

A este concurso podem concorrer jovens que completem 25 anos até ao dia 31 de dezembro de 2020. O regulamento pode ser consultado no site do Município Ponte Sor.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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