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Ponte de Sor | Fibra ótica chega a 95% do concelho até maio em investimento de 800 mil euros

O Município de Ponte de Sor vai investir em fibra ótica da qual “resultará uma expansão da cobertura de 56% para 95% da população”. Num investimento que ronda os 800 mil euros, suportado em 20% pelo Município, é garantido que até maio “95% dos habitantes do concelho ficam com cobertura de fibra ótica”, confirmou ao mediotejo.net a vereadora Alda Falca.

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“A fibra ótica vai chegar até 16 de abril a Vale de Açor, Galveias, Ervideira e Vale do Arco, sendo que até 14 de maio será a vez de Montargil, Foros do Mocho, Farinha Branca, Vale de Vilão e Foros de Arrão”, ficando cerca de 95% do território do concelho coberto com esta rede tecnológica de informação de alta velocidade, assegurou a vereadora da Cultura, Ambiente, Turismo e Modernização Administrativa do Município de Ponte de Sor.

Alda Falca considerou “fulcral” nos dias que correm “esta disponibilidade de infraestruturas e a possibilidade de ligar as pessoas aos serviços, no fundo, ao mundo das mais diversas formas”. Não apenas porque as aproxima ao nível do concelho como, inclusivamente, “ao nível dos serviços públicos, como é fulcral num concelho que pretende atrair cada vez mais famílias, atrair outros residentes”, salientou, tendo feito notar a importância que o novo serviço vem acrescentar na relação entre munícipes e Administração Pública.

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ÁUDIO: ALDA FALCA, VEREADORA CM PONTE DE SOR

 

O investimento partiu do reconhecimento que “a existência de uma infraestrutura de fibra ótica é um fator determinante na redução de desigualdades e da infoexclusão. Só é possível a valorização do capital humano, a fixação e atração de recursos qualificados criando condições compatíveis com o mundo globalizado em que vivemos”.

Entende o Município de Ponte de Sor que “a implementação de redes de banda larga de nova geração nas áreas rurais contribui para a promoção de igualdade de oportunidades entre todos os cidadãos”, tendo a vereadora considerado “fulcral” nos dias que correm “esta disponibilidade de infraestruturas e a possibilidade de ligar as pessoas aos serviços, no fundo ao mundo das mais diversas formas”.

Não apenas porque as aproxima ao nível territorial e “ao nível dos serviços públicos, como é fulcral num concelho que pretende atrair cada vez mais famílias, atrair outros residentes”. Além disso, com a pandemia, “também se comprovou que é possível termos um vinculo contratual com uma organização com sede nos Estados Unidos e estarmos a trabalhar aqui”, notou.

Alda Faca explica que o investimento “teve como objetivo máximo reduzir as desigualdades, reduzir numa população que em muitos casos era infoexcluída, e tornar este território mais globalizado, mais ligado ao mundo fazendo com que as pessoas estejam mais próximas umas das outras e das suas famílias, muitas estão fora, temos muitos idosos no território, pessoas mais isoladas e portanto contribuir para isso”.

Atualmente o concelho conta com cobertura de fibra ótica em Ponte de Sor, Tramaga, Foros de Domingão, Pinhal, Barroqueira, Arneiro, Torre das Vargens, Vale da Bica, Longomel e Rosmaninhal. Até 16 de abril a fibra ótica chegará a Vale de Açor, Galveias, Ervideira e Vale do Arco. Sendo que até 14 de maio será a vez de Montargil, Foros do Mocho, Farinha Branca, Vale de Vilão e Foros de Arrão.

ÁUDIO: ALDA FALCA, VEREADORA CM PONTE DE SOR

Referindo não ser uma das responsabilidade do Município, justifica a decisão municipal por não ser “um investimento apelativo para as operadoras” em zonas com pouca densidade populacional comparativamente com zonas urbanas com viabilidade económica superior”.

 

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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