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Sábado, Janeiro 22, 2022
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Ponte de Sor | Festival Sete Sóis Sete Luas regressa este sábado

O Festival Sete Sóis Sete Luas, já na sua XXVI edição, regressa, este sábado, a Ponte de Sor. De 30 de junho a 8 de setembro os espetáculos vão decorrer no Anfiteatro da Zona Ribeirinha de Ponte de Sor, mas também em Galveias, Montargil e Foros de Arrão. Uma viagem cultural que une diversas linguagens artísticas, começa com Sara Alinho, vai contar com produções musicais originais.

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Ponte de Sor, que é também a sede de dois dos nove Centrum Sete Sóis Sete Luas, os centros de arte espalhados entre Portugal, Itália, França e Cabo Verde, recebe a XXVI edição do Festival do Mediterrâneo e do mundo lusófono. Será uma edição sobretudo de produções musicais originais com marca Sete Sóis Sete Luas. Muitos são os palcos: do anfiteatro da zona ribeirinha de Ponte de Sor, até à Praça Central de Galveias e ainda do anfiteatro de Montargil até Foros de Arrão.

Muitos lugares para animar o comprido verão musical do Concelho que começa no dia 30 de Junho com os ritmos característicos das ilhas de Cabo Verde, funaná, mornas e coladeiras, reinterpretados de uma maneira nova pela jovem Sara Alinho, cantora e compositora que reflete a influencia de três continentes: nascida em Portugal, é filha da famosa cantora cabo-verdiana Teté Alinho e de pai mexicano.

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Serão três as produções musicais originais Sete Sóis Sete Luas apresentadas em estreia nacional em Ponte de Sor.

No dia 14 de julho será a vez da Cunfrontos 7Sóis, que surge do trabalho conjunto de 10 músicos provenientes das diferentes margens do Mare Nostrum e do mundo lusófono (Brasil, Cabo Verde, Espanha, França, Portugal), que encontraram na ilha da Sardenha a tradição do canto dos Tenores de Neoneli (património imaterial da Humanidade). A seguir duas residências musicais para duas novas produções: a Estrelas 7Sóis, que atuará em estreia nacional no dia 28 de julho, onde os espíritos do Mediterrâneo e do mundo lusófono reúnem-se através de artistas provenientes do Brasil (Roberto Melo, nas percussões e no violão), da Grécia (Kristi Stassinopoulou, na voz, harmónica e tambor de quadro e Sthatis Kalyviotis, no laouto e live looping), de Portugal (Fernando Meireles, na sanfona, no cavaquinho e no bandolim e o violinista Fernandito, com apenas 12 anos), e a Jeunesse III du 7Sóis Orkestra, que atuará em vários palcos nos dias 3, 4 e 5 de agosto, um projeto realizado pelo terceiro ano consecutivo que envolve 5 jovens vindos das diferentes culturas musicais enraizadas nos países da Rede Sete Sóis Sete Luas, vencedores do Prémio Revelação Sete Sóis Sete Luas no seu país de origem. A direção musical será da responsabilidade do baterista português André Sousa Machado, que irá orientar e escolher o repertório musical deste novo projeto, que pretende valorizar os novos talentos dos países Sete Sóis Sete Luas. Será também convidado para integrar este projeto um jovem músico de Ponte de Sor.

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Ainda na programação, no dia 18 de agosto, não pode faltar a música do Sul de Itália com um artista da música popular italiana, Mimmo Epifani, pelas suas improvisações com o bandolim, e pelas técnicas da mandola alla barbiere, técnica chamada assim porque foi ensinada numa barbearia da sua cidade, San Vito dei Normanni. Mimmo colaborou com artistas como Massimo Ranieri, Eugenio Bennato, Antonio Infantino, Ambrogio Sparagna, Avion Travel. Nos últimos anos é um dos protagonistas da Notte della Taranta, o Festival dedicado à música do Salento.

O verão Sete Sóis não pára nem em setembro e continua com mais uma produção original do Festival, a Santo Antão 7Sóis Band com a participação de 5 músicos da ilha de Santo Antão, que vão atuar no dia 7 de setembro. O repertório do grupo defende a tradição musical das montanhas da ilha de Santo Antão, uma das mais ricas de Cabo Verde do ponto de vista cultural, através da recuperação das canções de trabalho dos camponeses e dos pescadores, utilizando o crioulo. Os 5 músicos, Domingos Lima, Rogério Monteiro, Rui Salomão, Roger dos Santos e John D’Brava, foram dirigidos musicalmente pelo mestre italiano Mário Incudine. O repertório da Santo Antão 7Sóis Band concilia músicas tradicionais, composições originais e novos arranjos inspirados na cultura da ilha de Santo Antão.

O evento final desta XXVI edição do Festival Sete Sóis Sete Luas vai ser no dia 8 de setembro com “Triplette” um espetáculo de circo acrobático, da conhecida companhia francesa Les P’tits Bras, totalmente novo, que faz um tributo aos loucos anos do circo, os anos 30 do século XX. Aproveitando uma estrutura daquela época, os três acrobatas apresentam propostas com números de circo. Uma coreografia com um trapézio suspenso a 7 metros do chão, uma execução no quadro coreano, um número acrobático onde a habilidade, a nostalgia, o amor e a ternura promete tirar o fôlego. A entrada é livre.

PROGRAMAÇÃO MUSICAL 2018

Sábado 30 de Junho – Sociedade Recreativa de Foros de Domingão, Ponte de Sor SARA ALINHO (Cabo Verde)

Sábado 14 de Julho – Anfiteatro da Zona Ribeirinha , Ponte de Sor CUNFRONTOS 7SÓIS (Brasil, Cabo Verde, Espanha, França, Portugal)

Sábado 28 de Julho – Praça Central, Galveias, Ponte de Sor
ESTRELAS 7SÓIS (Cabo Verde, França, La Réunion, Marrocos, Portugal)

Sexta-feira 3 de Agosto – Montargil, Anfiteatro
JEUNESSE III DU 7SÓIS ORKESTRA (Mediterrâneo)

Sábado 4 de Agosto – Anfiteatro da Zona Ribeirinha, Ponte de Sor JEUNESSE III DU 7SÓIS ORKESTRA (Mediterrâneo)

Domingo 5 de Agosto – Foros de Arrão
JEUNESSE III DU 7SÓIS ORKESTRA (Mediterrâneo)

Sábado 18 de Agosto – Montargil, Anfiteatro
MIMMO EPIFANI & THE BARBERS (Puglia, Itália)

Sexta-feira 7 de Setembro – Anfiteatro da Zona Ribeirinha, Ponte de Sor SANTO ANTAO 7SÓIS BAND (Cabo Verde)

Sábado 8 de Setembro – Anfiteatro da Zona Ribeirinha, Ponte de Sor TRIPLETTE (França): circo aéreo acrobático de médio formato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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