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Sábado, Outubro 23, 2021

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Ponte de Sor | Bispo Antonino Dias suspende Visita Pastoral ao Arciprestado devido ao Covid-19

O Bispo da Diocese de Portalegre-Castelo Branco, D. Antonino Dias, suspendeu a Visita Pastoral Arciprestado de Ponte de Sor por conta da problemática vivida no País com a doença Covid-19 (novo coronavírus), confirmou ao mediotejo.net fonte da Diocese, adiantando ser esta suspensão por tempo indeterminado.

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A visita ao Arciprestado de Ponte de Sor decorria durante o primeiro semestre de 2020, ou seja, uma visita a 27 paróquias dos concelhos de Gavião e Ponte de Sor, e ainda Nisa, Alter do Chão e Crato, de 12 de janeiro a 20 de junho de 2020.

Ou seja, especificamente às paróquias de Aldeia da Mata, Alpalhão, Alter do Chão, Amieira do Tejo, Arez, Atalaia, Cabeço de Vide, Chancelaria, Comenda, Crato-Mártires, Cunheira, Flor da Rosa, Gáfete, Gavião, Longomel, Margem, Montalvão, Monte da Pedra, Nisa – Espírito Santo, Nisa – N. Senhora da Graça, Nossa Senhora da Graça, Ponte de Sor, Santana, Santana, São Matias do Cacheiro, São Simão do Pé da Serra, Seda, Tolosa e Vale do Peso.

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Entre as justificações para a suspensão das Visitas Pastorais que estavam em curso no Arciprestado de Ponte de Sor, destaque para as visitas “aos Lares de idosos, a doentes e idosos em suas próprias casas” como “momento importante dentro da sua programação”, lê-se em comunicado da Diocese sobre o risco real e grave de alastramento da pandemia.

Este visita, então suspensa por razões de saúde pública, é vista pela Igreja como uma “oportunidade de refontalizar a Fé Baptismal”, descreveu o Arcipreste, Padre Rui Rodrigues.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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