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Domingo, Setembro 19, 2021

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Ponte de Sor | 36º aniversário de elevação a cidade com celebrações de 8 a 11 de julho

Apesar da pandemia de covid-19, o Município decidiu festejar Ponte de Sor, cumprindo as normas da Direção Geral da Saúde. As celebrações do Dia da Cidade incluem diversas atividades, como concertos, exposições e espetáculos itinerantes, e arrancam na manhã de quinta-feira, dia 8 de julho, com a cerimónia de entrega das Medalhas de Ouro Municipais, junto aos Paços do Concelho.

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As celebrações iniciam-se no dia 8 de julho, Dia da Cidade, pelas 10h00, com o içar da Bandeira Municipal, seguido da cerimónia de Entrega das Medalhas de Ouro Municipais, junto ao edifício dos Paços do Concelho. Pelas 18h00 realiza-se a inauguração do Mercado Municipal de Ponte de Sor, uma infraestrutura reabilitada na zona histórica da cidade. O dia terá também vários momentos musicais, através das atuações da Fanfarra Bizarra, Margarida Pinto Basto e Orquestra Ligeira da Câmara Municipal de Ponte de Sor.

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Dia 9 de julho haverá vários espetáculos na cidade, com as atuações de Sevendixie e Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor, estando o ponto alto previsto para as 22h00, com o momento musical itinerante a cargo de Miguel Gameiro.

Dia 10 de julho, o concelho de Ponte de Sor vai receber a 3ª etapa da Volta a Portugal do Futuro, numa etapa com 163 km de extensão, com partida na cidade de Ponte de Sor e irá passar pelas freguesias de Foros do Arrão, Montargil, Tramaga, Vale de Açor e Longomel, num evento desportivo único no nosso território. A noite termina com o espetáculo itinerante de Luís Trigacheiro e um Passeio Motard de tochas.

No domingo, dia 11, os festejos têm o seu epílogo com o Concerto de Fado de Rodrigo Rebelo de Andrade & Beatriz Felício no Coreto do Jardim Municipal, estando previsto pelas 21h00, o Concerto “Amália – Uma história de vida” no Teatro-Cinema Municipal.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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