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Domingo, Setembro 19, 2021

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“Picado”, por Armando Fernandes

Os picados sejam de carne, de peixe, de legumes cozidos ou crus, cortados em bocados reduzidos, podem ser considerados como uma base de sustentação culinária sempre ao dispor das donas e donos de casa a todo o tempo mormente em momentos de inopinada surpresa.

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Um pedaço de carne de vaca, de porco, de coelho, de aves de carneiro ou cabrito, habilmente preparado num picadinho que pode incorporar natas, manteiga, cogumelos, molhos e sobras, resolve bem a aflição de surgirem familiares, amigos ou convidados inesperados e seja necessário aconchegar-lhe o corpo.

O picado na maioria das vezes é apresentado no centro da travessa e cercado com puré de batata, isso não significa dogma como muito bem sabem as Mestras peritas na arte do pouco fazer muito.

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Os picados de peixe aplicam-se a espécies de carne firme, atum ou bacalhau, pois como é bom de verificar as carnes macias dos peixes esfarelam-se e o preparado sai uma mixórdia. Ora, para mixórdias chegam as dos políticos como é exemplo a fuga cobarde do Presidente do Afeganistão (não tardará a ser recuperado) e o cinismo do «estadista americano Biden). Uma vergonha para o Ocidente, o espaço dos valores!!!

Armando Fernandes é um gastrónomo dedicado, estudioso das raízes culturais do que chega à nossa mesa. Já publicou vários livros sobre o tema e o seu "À Mesa em Mação", editado em 2014, ganhou o Prémio Internacional de Literatura Gastronómica ("Prix de la Littérature Gastronomique"), atribuído em Paris.
Escreve no mediotejo.net aos domingos

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