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Sexta-feira, Dezembro 3, 2021
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Ourém | Sagrado em destaque no festival de literatura Tabula Rasa

O Sagrado é o tema central da segunda edição do Tabula Rasa – II Festival de Literatura de Fátima, que decorre em diversos locais entre dia de quarta-feira e o próximo sábado, dia 18 de novembro. Quatro dias dedicados à literatura num programa que passa por diversos locais e junta conferências, prémios, apresentação da revista “Nova Águia” (n.º 20), encontros com escritores, cultura e momentos dedicados aos mais novos.

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O Hotel Santa Maria, a Escola de Hotelaria de Fátima, o Colégio Sagrado Coração de Maria, o Colégio São Miguel e o Centro de Estudos de Fátima foram os locais escolhidos para as diversas atividades, tendo a Sessão de Abertura, na quarta-feira, incluído a apresentação do programa por Renato Epifânio e o anúncio dos prémios “Obras Tabula Rasa 2016-2017” por Humberto Silva.

A primeira conferência dedicada ao tema “O Sagrado na vida de cada um de nós” teve como oradores Adriano Moreira e Guilherme D ́Oliveira Martins, pouco antes de ter início o primeiro dos vários momentos culturais surpresa anunciados ao longo do evento. O primeiro dia terminou com a apresentação da revista “Nova Águia” (n.º 20) e de outras obras por Abel de Lacerda Botelho, António das Neves Martins, Nazaré Barros, Paulo José Costa, Pedro Sinde e Sílvia Patrício.

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O primeiro de quatro painéis que abordam “A Literatura e o Sagrado” durante o festival decorreu esta manhã de quinta-feira na Escola de Hotelaria de Fátima. Annabela Rita falou sobre esta temática em Portugal, Carlos Mariano Manuel em Angola e Mariene Hildebrando no Brasil. A “viagem” continuou depois de almoço, no Colégio Sagrado Coração de Maria com as comunicações de Elter Manuel Carlos, Maria Dovigo e Henrique Machado Jorge, sobre os contextos de Cabo Verde, Galiza e Goa, respetivamente.

O Hotel Santa Maria também recebe a programação desta quinta-feira, dia 16, com o tema “O Sagrado nas várias tradições religiosas” a ser apresentado a partir das 17h30 nas perspetivas Católica por Samuel Dimas e Joaquim Domingues, Islâmica por Fabrizio Boscaglia, Judaica por Pedro Martins e Druídica por Joaquim Pinto. Rui Lopo toma depois a palavra para refletir sobre “O Sagrado «oriental» na literatura portuguesa”, seguindo-se uma surpresa cultural.

O jantar antecede o encontro com Fernando Pinto do Amaral, Maria João Cantinho e Isabel Alves de Sousa, que partilham “A minha experiência de escrita como poeta” a partir das 21h30.

O programa entra na segunda metade no dia 17, sexta-feira, com o terceiro painel “A Literatura e o Sagrado” a ter início no Colégio São Miguel às 10h30 e o quarto no Centro de Estudos de Fátima às 14h30. As diversidades geográficas apresentadas no primeiro momento são as da Guiné-Bissau por Pequi Mpuló, Malaca por Luísa Timóteo e Macau por Jorge Rangel, aos quais se juntam depois de almoço as de Moçambique por Delmar Maria Gonçalves, São Tomé e Príncipe por Orlando Piedade e Timor-Leste por Luís Cardoso.

O final de tarde e noite são passados no Hotel Santa Maria, onde se discute “O Sagrado no pensamento, na poesia e nas artes plásticas” a partir das 17h30. Manuel Cândido Pimentel aborda a primeira área, Luísa Malato e Celeste Natário a segunda e José Carlos Pereira a terceira. Segue-se mais uma surpresa cultural do programa que continua às 21h30 no encontro em que João de Melo, Risoleta Pinto Pedro e Alexandre Honrado partilham “A minha experiência de escrita como prosador”.

Os participantes e o público rumam ao mesmo local no último dia do festival, sábado, para a entrega dos prémios “Obras Tabula Rasa 2016-2017”. Os vencedores nas categorias Literatura Infanto-Juvenil, Poesia, Ficção e Filosofia são conhecidos a partir das 10h30, assim como o Grande Prémio “Tabula Rasa Vida e Obra”, que conta com a intervenção de Pinharanda Gomes. O programa encerra às 14h30 com a última surpresa cultural.

Os mais novos tiveram momentos exclusivos no Hotel Santa Maria com a Oficina do Conto “Deu-me o Nome Liberdade o Avô Agostinho da Silva”, de Patrícia Martins e Tenório, e a oficina de construção de fantoches alusivos à temática da liberdade.

No dia 17 encontram-se com a escritora Carmen Zita Ferreira, que apresenta a obra “Beatriz, a árvore feliz” (18h00) e no dia 18 aguarda-os uma oficina de expressão musical “Melodias do Sagrado” (10h30), “filosofia para crianças” (11h30) e uma oficina de origamis (12h15).

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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