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Sábado, Setembro 18, 2021

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Ourém quer ser porta de entrada de Minas Gerais para a Europa (c/vídeo)

Abriu esta quinta-feira, 30 de junho, o terceiro encontro Ourém-Minas Gerais, a decorrer até sábado, 2 de julho, no Centro de Negócios de Ourém. Estão presentes cerca de 50 pessoas, entre empresários e membros do governo de Minas Gerais, incluindo as duas maiores empresas daquele estado brasileiro: a CODEMIG e a CEMIG, instituições que englobam todos os setores de atividade de Minas Gerais.

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Durante três dias vão-se debater oportunidades de investimento mútuo, com especial enfoque no carro elétrico, as rochas ornamentais e as energias renováveis. O executivo municipal quer que Ourém seja a porta de entrada de Minas Gerais para a Europa.

Minas Gerais é o estado brasileiro com maior tradição portuguesa mas as trocas comerciais são bastante residuais. Segundo o presidente da Câmara, Paulo Fonseca, o volume de negócios em 2015 não ultrapassou os 44 milhões de euros (somando importações e exportações). “O que, no contexto da dimensão dos nossos povos, é quase zero”, diz o autarca. “Quero fazer um desafio: quero que possam assumir o nosso município como porta de Minas em Portugal e na Europa.”

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Paulo Fonseca (à dir.), presidente da câmara de Ourém, ao lado de Durval Andrade, líder do governo de Minas Gerais, e empresários daquele estado brasileiro. Foto: mediotejo.net

Toda a comitiva do governo e indústria de Minas Gerais partilhou do entusiasmo de Paulo Fonseca, na perspetiva de aumentar os negócios entre Portugal e o Brasil, tendo Ourém como ponto de apoio. O líder do Governo da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Durval Ângelo Andrade, frisou Portugal como “a nossa casa na Europa”, pretendendo-se criar um caminho de “solidariedade e tolerância” que promova a democracia, atualmente em crise naquele país.

Segundo António Galamba, da organização do encontro, as empresas CODEMIG e CEMIG representam todos os setores de Minas Gerais, com áreas de atividade que vão desde a alimentação às energias renováveis, tecnologias de informação e comunicação, construção civil, metalomecânica, entre outras. Em Ourém os negócios deverão incidir na promoção e troca de conhecimento no que toca ao carro elétrico, rochas ornamentais como o Ouro e as energias renováveis, sem esquecer o turismo religioso.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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