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Sexta-feira, Janeiro 21, 2022
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Ourém quer discutir com futuro Governo soluções para falta de médicos

O tema da saúde, nomeadamente da falta de médicos no concelho de Ourém, voltou a ser debatido na reunião de executivo de segunda-feira, 3 de janeiro. Para Cília Seixo (PS), o executivo PSD-CDS está demasiado focado em fazer obras em edifícios que não vão ter médico de família, quando se deveria estar a pensar numa reestruturação da saúde no concelho. O presidente, Luís Albuquerque, por sua vez, lembrou que foi aprovada uma moção em Assembleia Municipal para pedir uma reunião com o Governo logo após as eleições, com vista a discutir a situação e apresentar alternativas. 

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A socialista Cília Seixo teceu algumas críticas ao discurso de Luís Albuquerque em Assembleia Municipal, considerando-o “descontextualizado” da realidade. “É um discurso de quem tem dinheiro para fazer obras, mas faltam ideias”, comentou, uma vez que este se foca nas obras que o município tem levado a cargo nas extensões de saúde.

A vereadora levantava assim mais uma vez a discussão de que é necessária uma reestruturação dos serviços médicos no concelho, dada a manifesta falta de clínicos e a aparente incapacidade de contratar mais profissionais.

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Em resposta, o presidente da autarquia comentou que a declaração de Cília Seixo estava mais direcionada ao Governo que à Câmara, uma vez que não compete ao município contratar recursos humanos mas sim dar-lhes condições para trabalhar, que é o que tem sido feito.

No âmbito da sua intervenção, Albuquerque comentou ainda que, para além de médicos, o centro de saúde de Ourém carece de um serviço de urgências.

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Durante a última Assembleia Municipal foi aprovada uma moção, proposta pelo PSD-CDS, a pedir uma reunião com o Governo sobre a situação da saúde no concelho, encontro que se espera ver agendado após as legislativas de 30 de janeiro.

Face ao apelo de Cília Seixo para que o município se dirija ao Ministério da Saúde com ideias concretas, Luís Albuquerque referiu que elas já existem, mas que só serão divulgadas em devido tempo.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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