Foto: CM Ourém

O passadiço do Agroal, que vai ligar o Parque Natureza à praia fluvial, criando todo um percurso alternativo ao atual e com um melhor desfrute da natureza, encontra-se em estado avançado de construção prevendo-se a inauguração para breve. Os trabalhos na obra foram alvo de visita recente pelos serviços municipais.

Orçada em 176.999,29 euros e financiada por fundos comunitários, esta empreitada foi adjudicada à “Carmo – Estruturas em Madeira, SA”, empresa responsável, por exemplo, pela construção dos célebres Passadiços do Paiva, avança nota de imprensa municipal.

Segundo a Câmara Municipal de Ourém , o projeto prevê a “construção de uma estrutura enquadrada ecológica e paisagisticamente na margem esquerda do Rio Nabão, que fará a ligação entre o Parque Natureza e a Praia Fluvial do Agroal”.

Projeto do passadiço do Agroal Foto: CM Ourém

A estrutura que está a nascer na margem do rio terá um comprimento aproximado de 780 metros, obedecendo às exigências de um projeto devidamente estruturado e aprovado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

Passadiço do Agroal Foto: CM Ourém

Além do seu objetivo inicial, o passadiço do Agroal pretende contribuir para zelar pela segurança de residentes, comerciantes e visitantes, oferecendo soluções de estacionamento junto ao Parque Aventura, na mesma medida em que pretende desviar os peões da estrada de acesso à Praia Fluvial.

Em 2020, em reunião de executivo, foram aprovados os contratos de promessa, compra e venda dos terrenos necessários para a implantação do passadiço, numa área de 44 149,56 m2.

“Finalmente temos condições para lançar o concurso para a execução do Passadiço do Agroal, um projeto que, recorde-se, tem associados fundos comunitários, num investimento total de 380 mil euros”, afirmou na ocasião Luís Miguel Albuquerque, presidente da autarquia.

Obras de construção dos passadiços do Agroal estão a avançar a bom ritmo. Foto: CMO

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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