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Ourém: Ourearte Music Fest, três dias com 350 músicos em palco

O Ourearte Music Fest, organizado pela Ourearte – Escola de Música e Artes de Ourém, leva mais de 350 músicos ao concelho durante um festival transversal a diversos estilos musicais. O evento arrancou esta sexta-feira, dia 15, e termina amanhã, domingo, depois de 21 concertos na Ourearte, no museu e no cineteatro municipais.

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O Ourearte Music Fest começou em grande com duas estreias mundiais para orquestra da autoria de João Quinteiro e Antonio Bastos. O concerto dos alunos do décimo estágio de orquestra de sopros e percussão da Ourearte decorreu ontem à noite no Cineteatro de Ourém e reuniu em palco quase 100 músicos de todo o país. As sonoridades passaram ainda para o estilo worldmusic no Palco Ourearte, localizado nesta escola de música, com o grupo tomarense Drama&Beiço, que funde os géneros folclóricos da Europa de Leste e do Médio Oriente com o jazz, blues, rock e música latina.

Este sábado, dia 16, a oferta musical inclui worldmusic, eletrónica, pop-acústico, e sons alternativos do eletrónico e do metal, a par de yoga, fotografia e teatro. As atividades decorrem na Ourearte (palco e auditório) e no Palco Museu, situado no núcleo da Casa do Administrador do Museu Municipal de Ourém. É o primeiro que começa a ter atividade, a partir das 14h30, com um workshop de yoga e o segundo recebe a inauguração da exposição de fotografia “||||Chorai arcadas” uma hora depois. Esta mostra é composta por trabalhos de Ludmila Queirós e tem a banda sonora ao vivo de Miles Bassoon and Friends com participação da violoncelista Ana Domingas.

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A tarde continua no Palco Museu com o espetáculo de teatro musical “Quem Canta Seus Males Espanta” do coro Ourearte, seguido pelo concerto de Mariana Alberto (violoncelo) e António Silva (piano). O resto do dia é passado no Palco Ourearte com Paulo Bastos a partilhar a worldmusic inspirada na cidade dos estudantes (Coimbra) e influenciada pelo pop/rock, bossa-nova, jazz, música clássica, música eletrónica e as danças tradicionais do mundo. A eletrónica com raízes locais ganha destaque no mesmo local quase à hora do jantar no ambiente intimista criado por Forol.

Uma vez posto o sol, chega o pop acústico vindo de Felgueiras com a banda Vai e Vem no mesmo palco que recebe ainda o alternativo eletrónico da banda local Eclema e o hard rock e metal alternativo dos Scarmind, que contrasta com o romantismo de Sintra, de onde são oriundos.

O último dia do Ourearte Music Fest também começa de forma zen a seguir ao almoço no núcleo da Casa do Administrador do Museu Municipal de Ourém com um workshop de descontração e relaxamento. Depois é tempo de reencontro dos ex-alunos da Ourearte no concerto intitulado Eu estudei na Ourearte e na atuação do Coro de Câmara Essence Voices.

O festival continua no palco Ourearte, que recebe os últimos cinco concertos. O primeiro junta três filarmónicas bem conhecidas dos oureenses (AMBO – Academia de Música Banda de Ourém, Sociedade Filarmónica Ouriense e A.R.P. 1º Dezembro), o segundo aposta no pop dos lisboetas HFP, o terceiro destaca o rock da banda local Os Zhéróis, o quarto mantém o estilo musical com os Modo Mudo, de Vagos, e o quinto traz pop celta com o sotaque do norte (Porto) dos Bang Bang Romance.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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