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Domingo, Maio 9, 2021

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Ourém | Natalidade volta a crescer no concelho, em contra-ciclo com a média da região

O concelho de Ourém viu nascer em 2019 um total de 333 bebés, mais 1,8% em relação a 2018. O número está longe do crescimento de 14,7% do ano anterior, mas ainda assim está em contra-ciclo em relação à região e ao país, onde a natalidade diminuiu (-3,4% no Médio Tejo e -0,44% em Portugal continental, segundo dados do município de Ourém). Os números confirmam a atratividade do concelho para jovens casais e a aposta nas políticas de natalidade que têm sido desenvolvidas pelo município, que espera vir a ser contemplado em futuros programas de apoio, como o PARES, destinado a instituições de pré-escolar de que Ourém se encontra carente.

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Os números foram divulgados na reunião camarária privada de segunda-feira, 29 de junho. “Apesar de considerarmos que os valores estão ainda aquém do que seria desejável, pois o índice de fecundidade é de somente 1,26 –abaixo do valor nacional de 1,42, mas acima do valor do Médio Tejo que é de 1,16 – consideramos os valores como positivos, uma vez que revelam uma tendência de crescimento”, referiu o presidente, Luís Albuquerque, em declaração enviada às redações.

“Aproveito para dar os parabéns a todos os Pais e Mães deste Concelho, especialmente
por acreditarem. Só com o aumento do número de crianças poderemos aspirar a que o
Concelho, a Região e o País prosperem se sejam sustentáveis. Cabe-nos a nós,
enquanto atores políticos, diligenciar todos os esforços e canalizar energias para que as
famílias tenham condições para se fixarem em Ourém e constituir família no nosso
concelho. É para isso que trabalhamos diariamente e acredito que os frutos deste
trabalho, que já começam a ser visíveis, se irão refletir de forma muito positiva no futuro”, afirmou.

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Em declarações aos jornalistas e questionado sobre a carência de creches que se tem verificado no concelho, Luís Albuquerque lembrou que o município foi excluído do último programa PARES, que dá apoio a instituições de pré-escolar. “Temos expetativa que o próximo programa possa contemplar Ourém”, referiu, “mais não seja por estes números continuarem a crescer e somos deficitários nesse aspeto”.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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