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Sexta-feira, Maio 14, 2021

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Ourém | Município vai contribuir com 730 mil euros para “reequilíbrio” financeiro da Tejo Ambiente

Questionado sobre o prejuízo de mais de 2 milhões de euros da Tejo Ambiente, o presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Albuquerque, adiantou à comunicação social esta terça-feira, 20 de abril, que o município terá que contribuir com 730 mil euros para o “reequilíbrio financeiro” da empresa intermunicipal. Estes gastos, porém, segundo o autarca, já estavam previstos em orçamento.

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A Câmara de Ourém terá que contribuir com 730 mil euros para o reequilíbrio financeiro da Tejo Ambiente, empresa intermunicipal de água, saneamento e resíduos que acabou o ano com 2,2 milhões de saldo negativo. O prejuízo já estava previsto, assegurou Luís Albuquerque, tendo o município previstos 550 mil euros em orçamento para esta eventualidade. “Não era novidade”, frisou.

O presidente lembrou que entre 2017 e 2019 o concelho de Ourém teve prejuízos anuais de mais de 1 milhão de euros com os encargos de saneamento e resíduos sólidos urbanos, pelo que o valor deste reequilíbrio financeiro à Tejo Ambiente, formalizada em meados de 2020, é ainda assim inferior ao gasto noutros anos.

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“Mesmo com este reequilíbrio financeiro o esforço do município é muito inferior ao que estava a fazer quando tinha os dois serviços na esfera municipal”, sublinhou.

Além disso, continuou, estão a decorrer no concelho 6 milhões de euros de obras em saneamento, o que não seria possível sem a adesão à empresa intermunicipal e o consecutivo acesso a fundos europeus. Os municípios aderentes optaram por assumir estes prejuízos a aumentarem as tarifas, dado inclusive a situação pandémica.

Luís Albuquerque explicou ainda que alguns dos encargos não estavam previstos no estudo de viabilidade, tendo-se ainda esperado que o IVA fosse dedutível, o que não veio a suceder.

O presidente tem a expectativa que até 2023 a Tejo Ambiente possa ter equilíbrio financeiro.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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1 COMENTÁRIO

  1. Nesta empresas constituída para criar tachos de luxo e sacar dinheiro aos munícipes e mais as câmaras da qual fazem parte é que a judiciária devia ir investigar. Teriam uma enorme surpresa em especial com os componentes da administração. Este país não a menor hipótese, está completamente a saque destes bandalhos, tudo é legal tudo é prol de sacar para dentro do próprio bolso. Não é só o Sócrates como ele existem centenas por esse país fora.

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