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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Ourém | Município alcança “resultado histórico” com a dívida mais baixa desde 2002

O executivo municipal de Ourém aprovou na reunião de 15 de junho, segunda-feira, o Relatório de Gestão e Prestação de Contas do Município referente a 2019. O município finalizou o ano com uma dívida total de 7,5 milhões de euros (menos 1,4 milhões), “um valor histórico e o mais baixo desde 2002”, sublinhou o presidente, Luís Albuquerque (coligação Ourém Sempre PSD/CDS-PP).  A oposição PS absteve-se na votação.

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Em declarações aos jornalistas após a sessão, o presidente Luís Albuquerque adiantou que o exercício de 2019 teve uma dívida de 7,5 milhões de euros, uma redução de 1,4 milhões de euros face a 2018. “É um valor histórico e o mais baixo desde 2002”, sublinhou.

O autarca referiu ainda que, “pelo segundo ano consecutivo, o município teve resultados positivos”, com um saldo de 390 mil euros. Em 2018, o saldo tinha sido de 780 mil euros.

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Em dezembro de 2019, a Câmara de Ourém tinha disponível 9,5 milhões de euros. “Poderia pagar tudo e ainda sobrava dinheiro”, referiu Luís Albuquerque.

O presidente revelou ainda que a autarquia tem um resultado corrente positivo de 9,7 milhões de euros e 11,3 milhões positivos em relação ao orçamento corrente. A capacidade de endividamento é de 35 milhões de euros.

O investimento total foi de 6,4 milhões de euros, “um aumento de quase 7% face a 2018”. “De salientar que no nosso relatório temos 10,5 milhões de euros de amortizações contabilizadas e mesmo assim temos resultados positivos”, reforçou Luís Albuquerque.

Os pagamentos são a 21 dias.

O PS saudou as contas equilibradas e as finanças saudáveis, mas colocou várias dúvidas quanto à visão estratégica do executivo. “Do ponto de vista do desenvolvimento do nosso Município, o ano de 2019 foi muito negativo, pois este desenvolvimento está refém de políticas partidárias com objetivos centrados no controlo de ciclos eleitorais”, observaram em declaração de voto.

Os três vereadores abstiveram-se na votação, sendo as contas aprovadas por maioria.

c/LUSA

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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